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Um convite a leitura

29/10/2007

Estou iniciando hoje, aqui, através da internet, o que posso chamar de uma nova relação com meus leitores, dos que gostam e dos que não gostam do que escrevo.

 

Este é meu primeiro comentário através da internet que, diariamente, será seguido por outros, de maneira ininterrupta, levando aos que tiverem a curiosidade de acessar o meu site, encontrar minhas opiniões, as mais sinceras, sobre os assuntos mais relevantes da atualidade, doa a quem doer, como sempre o fiz, buscando, acima de tudo, defender os interesses maiores da coletividade brasileira, notadamente dos mais oprimidos.

 

Meu comportamento, através dos comentários que faço semanalmente em A GAZETA, será sempre o mesmo. Sou, por tradição e por circunstância da minha formação, um adepto do direito, das liberdades individuais, da democracia, não dessa democracia que esse pessoal da esquerda petista insinua que defende, quando na verdade essa parcela de aventureiros defende um socialismo idiota, que tira a liberdade de todos nós.

 

Quero fazer tudo, mas tudo mesmo, para caminhar até o fim dos meus dias como jornalista independente, livre, absolutamente correto com tudo que faço, quer como jornalista, homem de empresa, chefe de família, brasileiro convicto de suas responsabilidades; serei firmemente honrado para dizer o que for verdadeiro, mesmo que seja contra minha pessoa.

 

Quero, entretanto, dizer que, acima dos meus interesses pessoais, estarão sempre os do meu Estado, do Brasil.

 

Sou por questões eminentemente de princípios pessoais contrário a esse tipo de “regime” que o Brasil ostenta, sob a chefia do “professor” Lula. Ponderável parcela da sociedade, principalmente aquela alimentada pelo Bolsa Família, está embevecida com as presepadas desse boquirroto fantasiado de presidente da República. O tempo vai dizer o quanto a Nação perdeu, elegendo esse esperto por duas vezes consecutivas. Uma, seria o bastante, para conhecer esse sabido e seu time de espertos, mas a sociedade que vota em Lula é igual a ele, tem os mesmos princípios, a mesma capacidade de raciocínio burro, sem objetivos, sem futuro, sem grandeza!

 

O que esta acontecendo com o Brasil será irrecuperável pelo espaço de 25 anos ou mais. Não tem preço o prejuízo que o país esta sofrendo com esse entrave ao seu desenvolvimento. Essa história de PAC, que esta sendo lançado como uma falácia no campo do desenvolvimento, faz parte de uma engrenagem mentirosa para enganar essa massa jovem que tanto aspira por oportunidades.

 

Um país com 38 ministérios e igual número de siglas partidárias, numa das mais vergonhosas distribuições de empregos públicos do mundo, não passa de uma nação infeliz, incapaz de se organizar, de estimular a geração com novas oportunidades, pela letargia que o emprego público  transmite ao cidadão, que se sente desestimulado, ganhando para não fazer nada...

 

É contra esse tipo de oportunismo governamental, essa falta de competência, que sempre me insurgirei, buscando mostrar à sociedade que ela pode ser independente, se buscar a educação, o trabalho produtivo, a coragem de dizer não a esse bando de trapalhões.

 

É preciso não ter medo, lutar pelo direito, repelir as ameças com coragem e determinação, dentro daquele processo: olho por olho; dente por dente...


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Anistia- negocio sério

21/01/2019

 

Não foi a primeira e certamente não será a última, que PMs, fortemente armados, agora sob a batuta do governador Renato Casagrande, tomam conta da saída da Ilha do Boi, importante bairro da ilha de Vitória, onde não tem favela, apenas moradores, o único hotel cinco estrelas da capital e o clube Italo – Brasileiro, onde raramente tem festas, para revistar veículos que por ali passam, a partir de 7 horas da manhã, obrigando motoristas a soprar bafômetro.

Nunca é bom discutir com policiais. Eles pensam que todos cidadãos são iguais e que o dinheiro para pagar seus salários cai do céu, tamanho o desprezo com que tratam as pessoas. Como, um morador que sai de casa às 7h30 para ir trabalhar, praticamente na porta de sua casa, é obstaculado pela polícia que lhe impõe 20, 30 minutos de aporrinhações, as mais diversas, até de soprar um bafômetro, mesmo sob alegação de que acabou de tomar o café para ir trabalhar.

Vejam o contraste. Os morros de Vitória estão infestados de bandidos os mais perigosos. No último dia 14 a região do Parque Moscoso, área central de Vitória, virou praça de guerra e, a história é que três pessoas morreram e dois ficaram feridos. Dizem, teve quem morreu porque estava no lugar errado e na hora errada, mas não dizem quem matou. Dizem mais, que as escaramuças, com rajadas de metralhadoras foram entre bandidos dos Morros do Moscoso e Piedade. Um forte esquema de segurança, por outro lado, cercava moradores à saída da Ilha do Boi. A troco de quê?

Vai para dois anos que mulheres dos policiais militares trancaram os portões dos quarteis e batalhões para que seus maridos não saíssem para prestar serviço. Despoliciadas, ruas e praças, ocorreu uma tragédia na chamada Grande Vitória, onde 219 pessoas foram mortas a tiro. Um mistério, ninguém foi acusado de tais crimes. O governo anterior tomou todas providências para punir os responsáveis pela greve mas, agora, o governador Renato Casagrande quer uma anistia para os “grevistas”, sob alegação de alguns que houve um excesso de punição aos responsáveis, sendo que os mais exaltados já foram despedidos. O novo governador, na campanha, prometeu anistiar os passíveis de punição, um trato político, ou meio ingênuo ou meio burro, porque de uma coisa estou certo, não se brinca com polícia, muito menos discuta com ela. Você não sabe o que pode lhe acontecer.

Não sei realmente em que lugar estamos vivendo. Paga-se caro para se ter um sistema de segurança pública, mas ela, ao invés de nos transmitir segurança, firmeza, respeito, nos inspira medo.

Estamos irremediavelmente perdidos com essa gente e ainda vamos engolir uma anistia. Lembrai-vos da anistia para os bandidos que queriam derrubar o movimento militar de 64. Acabaram nos postos chaves da política e quase destruíam o país, com suas roubalheiras.


 

 

 


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