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A crise econômica

07/01/2017

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Temos um grande problema a resolver no Brasil, onde o calendário só começa a funcionar após o carnaval. O país está atolado numa recessão, onde seu crescimento econômico é zero. Como fazer para reocupar esses 12 milhões e desempregados? Onde arranjar empregos para tanta gente? Tem quem goste de ser enganado e quem goste de enganar aos outros. Esses são totalmente sem qualquer parcela de conhecimentos e em busca de uma oportunidade para aparecer, daí apelar para o exercício da mediocridade, querendo forçar o desenvolvimento sem incentivo do governo.


A crise é feia, grave. Estamos vivendo um perigoso processo de recessão, onde os políticos, com objetivo de contentar a massa que os cerca, apelam para o emprego público e, como solução mais próxima, vem a promessa em seguida, aumento de impostos, até que a sociedade se revolte e se uma para ninguém pagar o absurdo que está sendo cobrado e, daí vem o colapso e os administradores públicos têm que fugir, para não serem linchados...


Não será dando emprego público, atolando as prefeituras de gente inútil e aumentando impostos, impossíveis de serem pagos, que os administradores municipais ou estaduais ou federais promoverão o desenvolvimento nacional.


Para promover o emprego, o governo tem que incentivar juros baixos, os empréstimos dirigidos e subsidiados, para que os investidores se arrisquem. Ninguém tem coragem de investir porque o governo não merece crédito, não é legítimo. Todos estão em busca de novas eleições, com objetivo de mudar essa gente toda que está aí que tem medo de realizar as reformas que o Brasil precisa. Na verdade, o que o povão quer é que o Brasil seja passado a limpo. Que se faça reforma de tudo, mas tudo mesmo. Ninguém suporta mais a forma grotesca de se cobrar impostos, a estúpida legislação trabalhista, os sistemas tributários e fiscal tremendamente oneroso, predatório do desenvolvimento econômico.


Os brasileiros que têm um pouco de dinheiro estão ocorrendo para investir no Uruguai, Paraguai e, agora, na Argentina, com a saída daqueles assaltantes que tanto tempo levaram no poder.


Urgente, nada de fora Temer, mas deveriam buscar o caminho da renúncia coletiva dessa gente que está no poder, eleita de forma fraudulenta e que não pode continuar atrasando o desenvolvimento econômico nacional.


Para salvar o Brasil de uma grande tragédia o governo deve ir logo extinguindo o que chamam de correção monetária em favor de governo, Ponham um fim a tal indecência que estarão realizando um grande negócio em favor do Brasil.

 


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