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Mania de redutores.

08/01/2017

 

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Quando trafego por rodovias do meu Estado, até mesmo pelo Brasil, assisto em cada curva, escondido, um redutor de velocidade, eletrônico, para flagrar o primeiro incauto motorista que trafega ali há mais de 60,50 e até 40 quilômetros, como nas BRs que cortam o Espírito Santo. Fico a perguntar a mim mesmo: o que essa gente tem na cabeça?


No chamado mundo civilizado, nossas rodovias são as piores, fazem vergonha, pela péssima conservação, suas sinuosidades , curvas seguidas e acentuadas e, lá no meio do mato, o “pardal” malandro para flagrar o incauto.


No município de Domingos Martins, primeiro núcleo de imigrantes alemães no estado, tem um redutor de velocidade numa reta que obriga o motorista a trefegar a 40 quilômetros.


Em pequenos trechos de rodovia estadual, entre Colatina e Baixo Guandu,  existem 16 radares estabelecendo limites de velocidade, cada qual espreitando seu incauto motorista.


Que tal dirigir num país, como a Alemanha, onde não tem limites de velocidade. Não tem placas estabelecendo limites a motoristas, mas o condutor lá é inteligente e aprendeu que nos limites do meio urbano a velocidade praticada dever ser entre 80 e 90 quilômetros horários. Quase toda Europa, no meio urbano, a velocidade média é de 80 quilômetros, aqui em nossa capital querem estabelecer nas vias principais a velocidade de 50km/h. A média da velocidade na ilha de Vitória, no momento do tráfego pesado, quando quem trabalha larga o serviço e vai correndo para casa ver a novela “Lava-Jato”, a velocidade média deve estar em torno de 30/40,km/h, e olhe lá!


O desenvolvimento se faz com velocidade. Daí porque os países do chamado 1º mundo estarem à frente de tudo, devido a sabedoria do seu povo, que está sempre pensando em fazer tudo depressa.


A Alemanha é hoje a mais desenvolvida do mundo. É líder absoluto em tudo aquilo que faz, inclusive no que se refere à tecnologia de ponta.


Um país que se dá ao gosto de não ter placas, sinais, estabelecendo normas de velocidade e possuir um dos menores índices em acidentes do mundo,  é porque tem um povo realmente altamente educado para a vida.


A média de velocidade urbana num dos centros mais movimentados da Europa, Paris, é de 60km/h. Quem assiste o tráfico em Paris sente um negócio cadente, com todos carros na mesma velocidade, como se todo mundo tivesse treinando para tal.


Falta a nossos motoristas um negócio chamado de educação e às nossas autoridades, um pouco mais de acuidade, inteligência!

 

 

 

 


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