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Negócio complicado

19/01/2017

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Os nascidos hoje, se viverem os próximos 100 anos, não assistirão o Brasil ser um país normal, de sociedade medianamente inteligente, sendo conduzido por dirigentes minimamente responsáveis.


As trapalhadas governamentais não estão restritas apenas ao Brasil, embora sejamos campeões em irresponsabilidades administrativas, apoiados por um sistema judicial dos mais incompetentes do país.


Os governos não foram criados para serem comerciantes, empregadores, donos de bancos, estabelecimentos diversos no campo de indústria e do comércio, se confundindo com a iniciativa privada.


Na década de 60, com o desarranjo político, com Jango, Brizola e outros espertos e desqualificados políticos querendo inventar o “socialismo caboclo”, foi preciso a intervenção militar. Os imbecís da época imaginavam transformar o país numa imensa Cuba. Essa gente de pouco escrúpulos tem tentando se passar por “defensoras da democracia” e, por culpa dela é que suportamos um dos processos econômicos mais imorais da história de todos os povos. O contribuinte paga as taxas de impostos e juros mais absurdos do mundo, sujeito ainda a uma maldita correção monetária que funciona como um estímulo à corrupção, pelo encarecimento que provoca, mas nossos governantes, de pouca instrução, vão acumulando artifícios burocráticos de toda ordem, como que colocando os contribuintes numa espécie de prensa, apertando seus tentáculos com objetivo de sufocá-los, até à mais completa inanição.


Agora mesmo o governo Temer estuda mecanismo para extinguir, já no próximo ano, incentivos fiscais que beneficiam montadoras, construtoras e um variado número de outros empresários com perdas de ate R$ 3 bilhões. Com que interesse o governo dá incentivo à indústria automobilística, a mais rentável do mundo? Qual o interesse que o país pode ter em dar incentivo para produzir os veículos mais caros do mundo? Tem um porém, quando chegam no mercado  externo, valem menos do que os mesmos veículos aqui comercializados, por três vezes, o preço no mercado externo. Que mágica é essa? Por que o litro de gasolina no Uruguai, Paraguai, Argentina, na própria Bolívia custa um terço do que o aqui produzido?


Por que nossas construções de apartamentos de um modo geral são as mais caras do mundo?


O que nossos governantes fizeram com recursos arrecadados em forma de royalties do petróleo é uma vergonha. Imaginaram que o negócio é inesgotável. Não tem fim...


Por que o governo dá incentivo à produção de veículos no Brasil e produzimos os mais caros do mundo. Que palhaçada é essa?

 


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