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Estranhas influências

01/12/2017

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Recente golpe militar afastou do poder no Zimbábue, país africano, seu presidente, há 37 anos no poder, Robert Mugabe. Responsável pelo seu afastamento foi o general Constantine Guveya Chiwenga que, uma semana antes do afastamento do presidente, visitou a China, onde, imaginam, foi pedir o “aval” do governo de Pequim, considerando que os chineses são os maiores investidores na economia daquele país.

A visita levantou suspeitas sobre o papel   que a China teria exercido no golpe que derrubou Mugabe. Para favorecer sua mulher Grace na sucessão presidencial, Mugabe, com 93 anos, demitiu o vice – presidente Emerson Mnangagwa no dia 6 de novembro, acusando-o de traição.

Conhecido como “Crocodilo”, Mnangagwa foi um dos heróis da revolução do Zimbábue e comandou as forças de segurança do país. Quatro dias depois da destituição, no dia 10, o general Chiwenga, aliado do vice presidente, visitou a China e, na terça -feira Mugabe foi deposto pelo exército, comandado por Chiwenga.

Agora, o Centro Nacional de Cibersegurança (NCSC), órgão da espionagem do governo britânico, confirmou que as redes sociais do pais foram influenciadas pela propaganda em favor do Brexit, proveniente de 150 mil contas com base na Rússia, com objetivo de influenciar eleitores britânicos a votarem contra a permanência do Reino Unido na zona do euro.

Recente, o The Guardian revelou as conclusões de um estudo da Universidade de Edimburgo, na Escócia, que mostrou que 419 contas no Twitter, de um total de 2,7 mil que teriam sido criadas pela IRA, dedicaram-se à propaganda em favor do Brexit nos dias que antecederam o plebiscito.

Um pouco mais atrás a Rússia foi acusada de interferir nas eleições americanas, com objetivo de influenciar o eleitor a votar em Donald Trump, eleito presidente dos Estados Unidos com pequena margem de votos.

Apesar de todos esforços do Partido Democrata, ainda não conseguiram provar que Putin teria influenciado na campanha americana em favor do que dizem ser seu amigo, Donald Trump.

Sabe-se, por aqui, no Brasil, que o PT, através do “professor” Lula e sua comparsa Dilma influenciaram em eleições em vários países da América do Sul, com indecentes financiamentos na Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Venezuela e até em países africanos com seus ditadores de esquerda.

O mundo gira e os interesses comerciais e políticos acompanham a trajetória. Antes, a influência era através da intervenção militar, agora é através da internet.

 


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