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Falência universitária

03/12/2017

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

A falência do sistema de ensino universitário nacional – coisa antiga – é um negócio vergonhosos. Sem verbas públicas para manutenção, sem administração eficientes, pela natureza política dos seus centros, tem como novidade o “estuda quem quer”, quem deseja ser alguma coisa, não se enturma com os viciados, os desocupados, aqueles que atravessam década, até, para se formar em alguma coisa e, quando o fazem, não sabem nada do que se propunha a estudar. Foi se meter em política, servir de “pau de amarrar égua”, ser um inútil.

Agora mesmo, a Polícia Civil capixaba desbaratou uma quadrilha que há muitos anos trazia drogas da Colômbia e, na “moda”, um tal de “Skunk colombiano”. O chamado tráfico internacional tinha sua base no Estado e o comercio circulava nas faculdades capixabas.

Discute-se, hoje, pelo governo, se as universidades públicas devem cobrar mensalidade dos alunos. Devem. Nada de graça constrói a grandeza de ninguém. O Governo que suga a sociedade com uma penca de impostos, e quer sempre mais e mais, deveria estimular as empresas a adquirirem bolsas de estudo para ofertar a alunos carentes, necessitados, que desejassem estudar, mediante uma prova de seleção. Em, qualquer pais civilizado do mundo o empresário participa com bolsas de estudo e promovem o desconto de seus valores no pagamento do Imposto de Renda.

Não vou enumerar profissões porque não tenho objetivo de constranger ninguém. Fico imaginando como, jovens saem das faculdades inteiramente analfabetos nas profissões que se “formaram”. Nem teoria, muito menos prática, num estado eloquente de burrice...

O brasileiro, de forma generalizada tem raiva de pagar o colégio, a entrada num centro cultural, num cinema, numa casa qualquer de espetáculo, sob a ótica vesga de que tudo deve ser de graça.

A inadimplência nas escolas particulares é um negócio impressionante. Os pais não pagam porque estão em dificuldades financeiras, mas por que têm o vício de não pagar, não gostam de pagar, simplesmente, gastam tudo que podem nos jogos lotéricos, como uma espécie de paixão nacional, ambicionando ficar rico sem fazer força, sem levar em consideração que, dentre 380 mil apostas, um apenas tem relativa condição de sair premiado.

 

Tudo no Brasil é muito caro. Custa três vezes a mais o mesmo objeto no exterior, ao aqui adquirido. Como, uma juventude sem muito gosto para os estudos pode brilhar nas vocações que escolheram se os professores não merecem respeito, não são respeitados?




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