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Assaltos eternos

02/12/2017

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

A grande tragédia da economia nacional chama-se superlotação de servidores nas repartições públicas, em volume tremendamente superior, 62%, sobre o que realmente seriam necessários, nos chamados três níveis: federal, estaduais e municipais.

No último fim de semana a televisão mostrava uma corrida de carros brasileiros às cidades paraguaias, nas nossas fronteiras, para adquirir a nossa  gasolina ali vendida por um terço da nossa no mercado.

Há anos vem acontecendo seguidos assaltos à Petrobras. No governo do sr. Fernando Henrique houve uma tentativa de se privatizar a Petrobras. O PT e o resto da oposição montaram uma campanha objetivando impedir a vontade do governo, mas sempre tudo tem um endereço certo. Privatizada, a Petrobras ela, certamente, deixaria de engordar o orçamento de muitos estados e municípios com os famigerados royalties que só servem para contratar pagodeiros e cantores de músicas caipira de péssima criatividade.

Hoje, está demonstrado que o governo não pode ser dono de nada que tenha objetivo de lucro, promover o desenvolvimento, bancos os mais diversos, para que não ocorram casos como os do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, BNDES, Correios e outras arapucas públicas.

No caso do Estado do Espírito Santo, por exemplo, para que o governo do Estado quer um Banestes? Dou licença a qualquer um examinar o quanto depositei em 1972/3, por aí, na compra de ações do Banestes, a pedido do governador Christiano Dias Lopes Filho, como foi feito por outros auxiliares seus e comprar com o que tenho hoje. Como, ações de um banco, apresentadas como o “futuro do investidor capixaba” valem hoje centavos? Quem pode acreditar em organismos públicos desse tipo?

O que tem servido ao governo essas arapucas espalhadas pelo território nacional e para que ele faça seus negócios, dê participações a auxiliares e amigos através de cargos, empréstimos facilitados e empreguismo, daí a baixa rentabilidade e a porcaria que valem ações de organizações públicas voltadas para o mercado de capitais, como se processam as liquidações dos Fundos de Pensão, como a aplicação de ações, dos recursos dos seus integrantes e a participação de empresas ou governos se deterioram ao sabor das mais estúpidas aplicações no “mercado de capitais”.

Por mais esforço que faço para ver se esta democracia mambembe que assistimos irá para frente, esbarro na necessidade do povo ir para as ruas e implorar um novo Movimento Militar, idêntico ao de 64, que deu ao Brasil um salto econômico de 200 anos em 20.

 

 


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