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História triste

07/12/2017

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.


A GAZETA publicou reportagem, recente, onde informava que a Prefeitura de Vitória, a terceira menor capital do país, tem quase o dobro dos servidores públicos municipais em comparação às demais prefeituras do país.

Ficou faltando dizer que, ao longo do tempo, onde abrigou as mais desastradas administrações, o número de servidores fantasmas que ali se encostaram, fruto das indecentes filiações partidárias, foram um esbulho aos recursos públicos.  

Varias figuras, algumas indecentes até, pela falta de escrúpulos em receber sem trabalhar, aqui aportaram, até em datas recentes...

O fisiologismo, a indecente questão partidária que apodrece a democracia brasileira é que produz tais imoralidades. Sejamos decentes, o município de Vitória não tem apenas 13.662 servidores. E a turma terceirizada? Quantos são? Quanto pesa no orçamento do município? Está certo que o prefeito Luciano Rezende encontrou esse amontoado de gente inútil, que não cabe nos gabinetes, mas esse é um dos fatores porque a classe política utiliza para destruir a democracia. Os políticos estão pouco se importando que o Brasil vá as brecas. O que eles querem, realmente, é se fazer, realizar seus negócios.

No caso presente do prefeito Luciano Rezende, ele leva uma tremenda vantagem sobre muitos políticos que passaram na prefeitura de Vitória. É um homem realmente sério, ainda não ocorreu um único caso de malversação de recursos públicos por parte dos seus auxiliares. Em qualquer dúvida, ele vai descartando o “sabido” sem dar a impressão que está desconfiando, daí a lisura como exerce seu mandato.

O empreguismo desenfreado nos serviços públicos nacionais ensejaram na proliferação das chamadas autarquias, para o exercício do “carimbo”, da maldita burocracia que atormenta a vida nacional, faz com que tenhamos os juros mais elevados do mundo, os impostos e a corrupção.

A mente do político é tão fértil que ele, para acomodar seus apaniguados, permite que se multipliquem as chamadas autarquias, para dar emprego de forma discriminada.

O Brasil ostenta o maior contingente de burocratas do mundo. A questão é tão grave que, a solução, só uma política de longo prazo, de uns 100 anos ou mais, para se ultrapassar a monstruosa burocracia montada pelo maldito Estado Novo de Getúlio Vargas, consubstanciado pela tragédia que ocorreu no Brasil depois de 1985, quando permitiu-se que os banidos de 64 voltassem ao poder.

História triste, essa do Brasil.


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