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Lendas, mitos e crendices

01/01/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Passou o natal, 25 de dezembro, data que, supostamente, admite a Igreja Católica que tenha nascido, há dois mil e dezessete anos, ou algo semelhante um sujeito que diziam ser “filho de Deus” e que viera salvar a humanidade e que acabou morrendo, preso na cruz, entre dois ladrões, que ficou sendo conhecido por várias alcunhas: Jesus Nazareno, Rei dos Judeus; Jesus, Filho de Maria e José; o Rei da Galiléia, Jesus, e vai por aí, ao gosto de cada ramo “religioso” de aproveitadores...

Da meia dúzia de livros que já li a respeito da vida e morte de Jesus, nenhum deles atesta com absoluta segurança que tal figura tenha vivido, surgindo, então, lendas, mitos e crendices sobre tal figura, tipo as histórias das Mil e uma noites, tudo fruto da genialidade humana, sempre disposta a contar suas histórias, a falta de diversão maior.

Quando criança, lá no meu São Mateus, quando os filhos começavam a despertar para a vida o meu pai ensinava: “Papai Noel, sou eu. Não existe tal figura. Você peça o presente que você deseja ter, a mim. Se eu puder, vou dizer agora, se vou ou não lhe dar, conforme minhas possibilidades”.

Não sou contra a fórmula como muitas pessoas usam, para trocar presentes entre amigos. Acho até salutar essas reuniões festivas, mas sempre sob o rótulo da amizade.

Uma jovem, certa feita perguntou em que me sustentava para ser ateu, entender que não existe nada de anormal que possa ter interferido na criação do mundo!

Expliquei a moça que, quando nascemos, somos cercados de influências as mais diversas e, uma delas, do temor que “Deus castiga”, que lá do alto, do infinito, tem um velho barbudo que tudo vê, tudo sabe e conduz a massa humana a seu bel prazer...

No nosso mundo existe uma força poderosa incontrolável, capaz de tudo e que se chama de natureza, o verdadeiro Arquiteto do Universo, que da mesma forma que cria, destrói. Nada pode controlar a natureza, a verdadeira criadora de todas as espécies.

Sem uma profunda reflexão, uma capacidade enorme de raciocínio, do conhecimento absolutamente geral das coisas, o indivíduo não pode ser um ateu convicto, sempre terá aquele “martelo” a golpear -lhe a mente com aquelas intimidações de criança.

À proporção que a humanidade foi se desenvolvendo, surgiram os sabidos com suas lendas, suas mentiras e, se surgisse alguém com a necessária coragem para desmentir tal farsa, iria para a fogueira.

As religiões foram construídas ao sabor das tragédias humanas, pelos sabidos.  

 


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