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Todos morrem

02/03/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Minha mãe dizia que, no decurso da história, a humanidade, foi criando suas lendas, seus mitos, suas religiões, tudo de acordo com os interesses dos que tinham poder, de minorias que se utilizavam de sua capacidade inventiva para atemorizar os chamados “pobres de espírito”, que têm temor a tudo que é invencionice. Foi assim que criou-se expressões como céu e inferno que, na realidade representam, para os que são afortunados, vivem nababescamente, como a classe política brasileira, no chamado “paraíso” e, os que, por excesso de ganância são apanhados com as calças dos joelhos, despencam-se para o “inferno” e, todos quando morrem (indistintamente), vão para o céu. Todos nós ingressamos no céu quando perdemos a capacidade de existir. É o ponto final.

Questionava com meu pai que, os ordinários custavam a morrer, como no caso de Getulio Vargas, Filinto Muller, Fidel Castro e um monte mais de ditadores perversos, sempre aproveitadores de golpes de Estado e, ao assumirem o poder, se perpetuam, graças à ilusão ou o poder de “persuasão” que mantém sobre ponderável parcela de chamada sociedade burra... como o caso de Lula, Luiz Inácio Lula da Silva, egresso do agreste pernambucano, filho de modestíssima família, de analfabetos, banida do Nordeste – Garanhuns -, vieram para São Paulo, premiados pelas dificuldades financeiras, com pouquíssimo saber, formou-se num rudimentar torneiro mecânico nas escolas do SENAI e, no primeiro emprego com carteira assinada, perdeu o dedo mínimo da mão esquerda e, às custas dele, passou a conviver com uma aposentadoria por invalidez, transformando em insuflador de greves, às portadas fábricas do ABC paulista e, depois de preso por 30 dias por insuflar greves, a poder da classe política desacreditada, acabou, desafortunadamente, presidente do Brasil por dois mandatos e, mais desafortunadamente, elegendo o que de pior não poderíamos ter, Dilma Rousseff como sua substituta em cavalices, destruindo todos os objetivos de desenvolvimento da nação brasileira e, pasmem, com um considerável contingente de admiradores.

A vida de Filinto Muller (“O homem mais perigoso do Brasil”) vem tardia à luz sob a pena de R. S. Rose, muito embora com a apresentação de Anita Leocádia Prestes (viúva de Carlos Prestes), outro traidor da pátria, que nunca deveria ter existido.

Os líderes ordinários, malditos custam a morrer e, estranho, quando morrem, custam a entrar no ciclo do esquecimento, mesmo odiados por muitos e adorados por uns poucos, ignorantes ou de péssima índole, como eles. Meu pai dizia: “não importa o tamanho do patife, todos morrem”...

 

 


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