Ver Histórico



Procurar




  


Newsletter

Nome
  
E-mail
  




Links



Sistema policial I

03/03/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.


Meu avô Firmino, Uchôa Alarcão Ayala de Mendonça, quando assistia essas patifarias políticas no Brasil dizia: “esto és una trampa”, tudo isso de ordinário e perverso que se pratica ao sabor dos recursos públicos que, na forma de impostos são tirados dos nossos bolsos, ao poder de fórceps, as leis, que aos olhos do Supremo Tribunal Federal não são consideradas de inconstitucionais, pela sua capacidade do aproveitamento também, das imoralidades que são aprovadas pelos nossos congressistas.

A “Folha de São Paulo”, na sua edição do dia 23 de fevereiro de 2018, trouxe a seguinte manchete principal, de sua primeira página: “PM do Rio tem mais sargentos do que soldados”, ressaltando, “Colapso na hierarquia da Polícia Militar Fluminense gera improvisos e interfere na segurança pública do Estado”.

Segundo dados da PM fluminense, obtidos pela Folha, a corporação tem cerca de 46 mil/homens e mulheres na ativa. Desse total, praticamente um terço (15.070) é composto de sargentos – que, pela hierarquia militar, fiscalizam e orientam subordinados e dão padrão às atividades desenvolvidas.

Já os soldados eram só 14.827 até meados do ano passado, e os cabos, 7.319. O contingente em São Paulo é de 84.652 policiais militares, que incluem os bombeiros. Há 10.604 sargentos, 31.555 soldados.

As policias militares são, no Brasil, compostas de muitos caciques e pouco índios, como se diz na chamada gíria hierárquica que a infernal burocracia ou a estupidez da cornucópia do favoritismo oficial estabeleceram, que emperram o desenvolvimento econômico e social do país.

A história do desenvolvimento dos povos só pode ser construída com muita educação e disciplina. Não se constrói o desenvolvimento com povos submissos pelo poder da força, da ignorância ou da crueldade. O Estado mais desenvolvido do mundo, a Alemanha, foi moldado ao poder de muita educação, disciplina de muitas guerras, assim como o Japão e, por fim, os Estados Unidos, França e outros menores, mais disciplinados e inteligentes.

Para acertar o Brasil teríamos que participar de uma grande revolução interna. Parar tudo, os poderes, todos eles, teriam que passar por profunda reformulação, pondo-se um fim, primeiro, à burocracia, o terrível câncer que destrói todos nossos sonhos de desenvolvimento, vindo depois a Justiça (Poder Judiciário), o Sistema político – partidário, o sistema policial como um todo e a educação, sob fortes princípios cívicos e morais. O sistema religioso brasileiro é outra vergonha. Precisa ter um fim.

Se não construirmos uma Polícia Nacional decente, sem a interferência do chamado poder político, estamos fadados ao desastre que assistimos.

 


Imprimir | Enviar para um amigo