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Corporativismo

04/03/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Desde que os estados começaram a ordenar seu desenvolvimento, como no caso da Inglaterra, Alemanha, Escócia, com ramificações generalizadas pela Europa e, depois, nos Estados Unidos, foram se formando os chamados sindicatos (corporações de classe) para reivindicar direitos e deveres:

Em qualquer lugar do mundo o sistema sindicalista para sobreviver tem que ter colaboradores, todos que se beneficiam com a atuação de suas lideranças, têm que participar com o chamado dízimo, o equivalente ao que percebem dentro das reivindicações. O sistema sindical brasileiro é único no mundo. Nenhum país ostenta perto de nove mil sindicatos. Foi a intromissão do governo, através do Ministério do Trabalho, que estabeleceu esta poderosa plutocracia sindicalista, com o estabelecimento de governantes perdulários e ladrões (a origem está na Consolidação das Leis do Trabalho, constituída na ditadura Vargas, ao estabelecer regras distorcidas para a criação de sindicatos e a montagem da “contribuição” sindical, originando a proliferação de sindicatos, o Fundo Sindical, onde, por conveniência do governo (mais acentuadamente no Governo Lula) com a distribuição de montanhas de recursos com a CUT, Força Sindical e outras organizações espúrias, de marginais do Sistema Sindical, com objetivo de apoiar o governo.

Com a ocupação do poder pelo PMDB, sem amparo das Centrais Sindicais, alimentadas pelo Fundo Sindical, braço armado do PT com o dinheiro da classe laboral, o PMDB, sob a influência do PSDB e outras agremiações partidárias que passaram a apoiar o presidente Temer, tiraram a obrigatoriedade da contribuição sindical, para optativa, mas sem excluir a participação do Fundo Sindical (uma aberração) da opção do trabalhador em ajudar a manter seu sindicato, uma obrigação em qualquer país civilizado do mundo, onde, como nos Estados Unidos, toda Europa, o poder das chamadas corporações sindicais é poderosíssimo, rigorosamente fiscalizados pelos seus comandos dirigentes.

Quando alterou recentemente a Consolidação das Leis do Trabalho, o Congresso Nacional cometeu dois tremendos equívocos: deveria estabelecer normas rígidas para o funcionamento sindical, para evitar a constatação de casos imorais, até no patronal, como acontece na Fecomércio do Rio de Janeiro, onde seu poder foi entregue a um açougueiro de impressionante poder mafioso e a usurpação absurda de alguns sindicatos de trabalhadores que infelizmente subvenciam com 20% do que arrecadam para o Fundo Sindical. O segundo erro foi a não extinção da Justiça do Trabalho, o formidável câncer que destrói o interesse pela iniciativa privada, pelo seu perverso sistema de proteção ao empregado desonesto.

 


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