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Terra de bandidos I

10/03/2018

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

A velha onda de insegurança, impunidade, que grassam no Rio de Janeiro, há muitos anos, alastrou-se pelo país, exatamente porque os governantes foram se tornando débeis diante da marginalidade que passou a deter um poderio bélico que as polícias civis e militares não possuem, pela precariedade de recursos disponíveis.

 

O caso da criação do Ministério da Segurança nos afigura como um negócio emblemático, sob a suposição de que um factoide eminentemente político possa determinar a inibição da ação marginal.

 

O Brasil, como qualquer país organizado, precisa ter uma força policial competente, armada de verdade, munida de todos instrumentos da tecnologia, que possam suplantar a dos criminosos.

 

Como, policiais, munidos de estilingues, diante da potência dos armamentos dos bandidos, podem subir às favelas para estancar os focos marginais? Como pode o sistema policial lutar contra onda de diversas organizações que ocupam os espaços dos noticiários defendendo a marginalidade?

 

A impressão que a sociedade tem é a de que, quem não presta no país, não são os bandidos, tadinhos, são os militares, os policiais que acabam com as barreiras que impedem o tráfego de veículos em ruas da favela e que nem a ocupação pelas Forças Armadas dá jeito. Tiram de dia, surgem à noite, a olhos vistos e ninguém pode fazer nada.

 

O Espírito Santo, presentemente, tem no sr. André Garcia o melhor secretário de Segurança de sua história, do país, mas o que adianta, se a nossa polícia não tem os recursos financeiros e materiais para agir?

 

O mais grave de todos os problemas nacionais, a falta de educação da sociedade, provoca o que estamos assistindo, inclusive a persistente corrupção, que drena milhões e milhões de recursos para a manutenção dessa politicalha que estamos assistindo.

 

Se as Forças de Segurança Nacional trazidas para o Rio de Janeiro para colocar ordem num estado onde a vida está ficando impossível para pessoas decentes, estarem fadados a assistir o desenvolvimento de uma estúpida guerra civil sob o comando da marginalidade e vamos acabar como uma estúpida Venezuela, Colômbia, Guatemala e outros buracos por aí, onde a insensatez tomou conta da racionalidade pela mais absoluta falta de comandos dirigentes determinados…

 

As ocasionais ocupações de regiões do Brasil por Forças Federais, nos dão uma razão de que, só a força pode exterminar o bandidismo.

 

 


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