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Tempo de eleição

08/03/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

 

A velha história: “Em tempo de guerra, mentira como terra!” Em época de eleições, mentira aos montões...

Se no Brasil, as mentiras montadas pela classe política às vésperas das eleições fossem, ao menos, um décimo verdadeiras, o país seria uma maravilha, um paraíso.

É lastimável que a memória do nosso povo seja demasiadamente curta. O Grande desenvolvimento econômico nacional ocorreu no período de 1964 a 1985, quando foi instalado o Movimento Militar de 64. Pelo menos houve realizações e um estancamento da corrupção por 20 anos. A partir de José Sarney, com o golpe engendrado no Poder Central, pela astúcia de Ulysses Guimarães, impondo a posse de Sarney, com a morte de Tancredo Neves, o Brasil descambou para essa monstruosa imoralidade que aí está, afundando-se com Michel Temer, que é fruto dos conluios entre PMDB, PSDB, PT e os demais, que se sucedem nessa imoral simbiose político-partidária.

Com o novo ano político, 2018 se transforma num novo saco de promessas. O Estado do Espírito Santo, por exemplo, que passou 13 anos para assistir a transformação de um medíocre aeroporto em algo menos medíocre, assiste novamente a promessa da transformação da nossa costa em proliferação de portos, até os maiores do mundo.

 Não existe dinheiro no mundo para financiar essas estultices que políticos sabidos apoiados por empresários ansiosos por financiamentos públicos, coloquem em suas ideias mirabolantes. Um simples trecho de rodovia, com meia dúzia de quilômetros, que promete tirar o tráfego da BR-101, na Serra, no contorno do Mestre Alvo (que chamam também de Mestre Álvaro), se arrasta languidamente, sem qualquer perspectiva de término, exatamente porque não interessa que termine, estanca a engorda de empreiteiros...

Uma simples avenida, de mil e tantos metros de extensão, como a Leitão da Silva, não termina nunca, porque falta tudo, até vergonha, para que a sociedade respire seu fim.

Confesso, não sei como terminará o Brasil no ano de 2018. A sucessão de candidaturas, de Lula, Temer e outros velhos artistas, nos dão uma certeza: o Brasil não rem jeito. Não sei do porque existe Justiça Eleitoral, pela sua incapacidade de eliminar das disputas tanta gente ordinária.

Como é que Lula, a quintessência do atraso, da corrupção dirigida pode ser candidato. E diz que vai ser às barbas da Justiça, sem nenhum pejo?

É muito difícil prever o futuro da nação, com tanta gente ordinária no poder.

 

 

 


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