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Um país sem futuro I

01/04/2018

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Pelo pouco que entendo de economia, o que se dizia no meu tempo de estudante era que a prosperidade, a livre iniciativa, é que promoviam o desenvolvimento econômico e social.

 

Naquele tempo, um dos apelidos mais pejorativos era chamar o funcionário público de “barnabé”, ou melhor, um merda, na definição mais grosseira do termo.

 

O Brasil, até os anos 60 se situava como a 64ª economia mundial, éramos considerados como país eminentemente agrário e, interessante, até hoje quem comanda a economia nacional é o agronegócio, caso contrário estaríamos marcados no atraso, imitando a velha e carcomida África.

 

A nossa maldição, endêmica até, é a corrupção. O administrador público, depois do advento de José Sarney e outros cavaleiros do apocalipse, se transformou numa tragédia. Somos os campeões mundiais na cobrança de impostos e taxas. Sem escrúpulos de qualquer natureza, sob a força bruta de São Paulo, transformou-se o ICMS – Imposto de Circulação de Mercadoria e Serviço, num achaque ao consumidor. Quem quiser enfrentar o comércio, o mercado, a livre iniciativa, tem que adquirir mercadorias com o pagamento da chamada substituição tributária, ou seja, antecipa o pagamento da mercadoria e do imposto, para favorecer, primeiro, o mercado paulista.

 

O que é interessante é que, por mais que se reclame, Justiça não responde com a necessária altivez ao abuso, à intolerável pressão paulista que quer ser a dona do país.

 

Sucessivamente, os governantes aumentam os impostos, que beiram a casa dos 40% sobre o que adquirimos. O chamado crescimento vegetativo da economia:  mais consumidores, maior consumo, mais produção, mais riqueza. Invertemos as coisas no Brasil, ao sabor da burrice e da ladroagem dos nossos administradores: mais impostos, mais empreguismo, mais corrupção, promovendo o que estamos assistindo, sem retorno, a não ser que ocorra um fato superveniente, extraordinário, uma espécie de revolução, para o bem do país, com bastante mortes de políticos corruptos.

 

A procrastinação da prisão do “professor” Lula, em virtude do seu envolvimento com falcatruas, através do Supremo Tribunal Federal, com sua histórica decisão de subserviência, nos deu um atestado eloquente da incapacidade de nos transformarmos num país sério.

 

Politicamente falando, se houver eleições no país em outubro próximo, para se escolher um novo presidente da República, só vejo um nome capaz de transformar o Brasil num país decente, o juiz federal Sérgio Moro. O resto, será repetição de tragédias...

 

 

 

 

 


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