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A pressa e a imperfeição.

05/04/2018

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Lamentavelmente, compomos uma sociedade na sua maioria, de pobres, mal informados e com uma vontade terrível de aparecer, afora, a burrice...

 

Recente, ocorreu a prisão, em nosso Estado, dos empresários Marcos Roberto Kroling Stein e Gustavo Deriz Chadas, donos da Golden, empresa que estava utilizando a prática da venda de material cirúrgico reciclado, que seria uma comercialização irregular, “proibida por lei”, numa operação que colocamos o nome de Lama Cirúrgica. Segundo, mais recente, a prisão de médicos que teriam utilizado tais equipamentos.

 

No Brasil, na primeira suspeita, ainda sem indiciamento, sem prova provada, com relação ao crime, o sujeito preso, tem o retrato estampado na imprensa e, a TV, o faz um monstro!

 

Em países importantes, como Estados Unidos, França, Alemanha, Inglaterra e outros, devido ao elevado custo dos materiais e equipamentos cirúrgicos, as autoridades, através de fiscalização e legislação rígidas, permitem a reutilização de tais objetos que são altamente esterilizados por empresas especializadas. Nada, nada mesmo, resiste a uma temperatura de 180 graus centígrados, daí a celeuma que se faz em torno do assunto, eminentemente por desconhecimento de que, comunidades pobres, em países diversos, são tratadas com materiais e equipamentos reciclados (reutilizáveis), mediante uma profilaxia responsável.

 

Não conheço, os donos da Golden, nunca ouvi antes alguém pronunciar seus nomes, mas me parece que, talvez lhes falte o licenciamento para comercialização ou aquisição de tais materiais, suas procedências, mas, coloca-los num paredão, de costas, e fuzila-los sem dó nem piedade, nem os traficantes de armas e drogas estão sendo tratados como se fossem monstros da pior qualidade, como querem fazer com eles.

 

Tenho colocado dúvida sobre fatos que ocorrem no país e que são tratados com impressionante disparidade. Estamos vivendo um momento surpreendente, com o chamado assédio sexual. Não sei se nossas autoridades judiciárias, policiais, religiosas, pais e mães das mais diversas tendências, manuseiam com razoável habilidade aparelhos celulares de última geração, com os aplicativos mais modernos, inclusive o famoso WhatsApp, canal onde caminha livremente as mais surpreendentes imoralidades ”pornografias”.

 

Já não há mais mistérios a serem desvendados nas sacristias, nas chamadas casas paroquiais ou “igrejas” diversas, espalhadas pelo mundo imoral que a TV retrata com invulgar cinismo.

 

Um exame mais detido, reservado, como se usa no mundo civilizado instrumentos cirúrgicos e utensílios diversos de forma reciclada seria uma atitude muito importante, para depois, encontrar os culpados, crucifica-los, se necessário.

 

 

 

 


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