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Intervenção sem receio

11/04/2018

 

Dificilmente o Brasil sairá desse monstruoso imbróglio político eivado de corrupção em que se meteu, pela falta de determinação da justiça, com suas procrastinações, violações dos princípios básicos constitucionais e que fazem do nosso Código Penal um instrumento inútil.

Anotem: O Brasil não é uma Venezuela, não se transformará numa imensa Cuba ou numa Bolívia nas mãos de um cocaleiro apoiado por um PT tão ridículo como a política boliviana.

Ainda persistem dúvidas sobre o que nós, brasileiros, queremos e como sairemos dessa situação toda. Ainda dentro do sistema montado por Fernando Henrique Cardoso, o esquerdista mais inteligente do Brasil, depois do sabido Lula, que nenhum governante sulamericano poderia ser deposto por esse ou aquele movimento, mesmo legal, como o caso da deposição do presidente paraguaio, sem que todos países se rebelassem.

Com esse argumento, a chamada “esquerda” sob, o comando da Internacional Socialista não admite a prisão de Lula e muito menos a eleição de Jair Bolsonaro. A eleição de Bolsonaro é o maior desafio da esquerda e que consta até com o apoio do Partido Democrático dos Estados Unidos, surgindo manifestações de diversas autoridades em defesa de Lula, como se a Justiça brasileira estivesse promovendo um crime, com a prisão de Lula, sem se avaliar os crimes por ele cometidos.

A imprensa brasileira, estranhamente, vem dando uma impressionante cobertura aos acontecimentos jurídicos e policiais que envolvem Lula, bem como um apoio no noticiário contra o Temer, dentro dos últimos acontecimentos, quando foram presos seus amigos, pelo menos supostos...

O quadro internacional mudou completamente seu pensamento com relação ao Brasil, notadamente a Europa e Estados Unidos. Com a queda das esquerdas em várias partes do mundo e o crescimento de Donald Trump nos Estados Unidos, com sua política de valorização do empreendedor americano, na verdade não se contará com o apoio internacional caso o Lula venha ser preso ou se ocorrer, o que se pode chamar, uma intervenção militar no Brasil, para colocar o Brasil outra vez nos eixos, tendo em vista a sofreguidão com que suas lideranças querem ver a nação entregue ao comunismo.

Não existe nada de estranho afirmar-se que os militares brasileiros estão bem atentos aos acontecimentos nacionais, sem qualquer receio de críticas momentâneas que possam surgir, fruto de uma intervenção militar, já que a classe política brasileira é inconsequentemente corrupta.

 

 


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