Ver Histórico



Procurar




  


Newsletter

Nome
  
E-mail
  




Links



O povo tem que aprender.

15/05/2018

 

Desenvolve-se uma campanha, através das redes sociais, que vai atingir um crescendo de proporções que colocarão em risco a candidatura de políticos à reeleição.

 


Se ocorrerem eleições (dentro do atual quadro é um negócio difícil de se acreditar) as rejeições devem atingir em torno de 50 a 60% dos candidatos à reeleição, no entender dos que se julgam experts em política.

 

Sou mais otimista. Acho que nenhum candidato hoje no poder deveria tentar a reeleição ou outro mandato. Deixa gente nova entrar, para ver se injeta “sangue novo”, de gente que nunca foi, ao menos, candidata a coisa alguma, como está ocorrendo, na vontade de muitos em se candidatar.

 

Vem aí uma montanha de dinheiro, para alimentar as candidaturas, através do Fundo Partidário. Ninguém se atreve a colocar seu dinheiro em jogo, com medo do resultado. Melhor jogar com o dinheiro público e buscar, auxilio empresarial, do famoso caixa 2, como dizem, quando apanhados através de denúncias ou delações premiadas.

 

Há uma esperança muito grande que o Brasil se ajeite, mas a classe política tem que mudar, tem que ser substituída, caso contrário o esforço da justiça, através do processo Lava-Jato e outras perdem o sentido, dentro da ótica da política nacional, de que quem tem dinheiro não fica preso.

 

O exercício da nova política tem que mudar a mentalidade do eleitor brasileiro, que precisa ser mais inteligente, mais determinado, em negar seu voto a uma classe sem nenhum escrúpulo, que se elege e se reelege regularmente para se aproveitar.


A ideologia do político brasileiro chama-se recursos públicos, não importa da forma com que conquistem, mas isso pouco importa, contanto que as malas surjam das mãos de audazes empreiteiros que viciaram ao jogo sujo, que, parece, ninguém dá jeito.


Se as chamadas correntes sociais saíram realmente no processo de informação visando esclarecer o eleitor a não votar em candidato com mandato ou que já foi eleito e retorna às urnas, vamos ter um efeito devastador na política brasileira.


Está nas redes sociais uma campanha bem feita, de apoio à ministra presidente da Suprema Corte, Carmem Lucia, pela sua posição de não debater qualquer pedido para reexaminar a prisão de condenados em segunda instância.


Outra posição válida é a que defende o juiz Sérgio Moro. Se tocarem no homem, vira revolução. O povo brasileiro precisa aprender a lutar.


FONTE: JORNAL A GAZETA

 


Imprimir | Enviar para um amigo