Ver Histórico



Procurar




  


Newsletter

Nome
  
E-mail
  




Links



Um problemão econômico

11/06/2018

 

Quem está bem, hoje, é aquele que trabalha no setor público, que goza dos benefícios da segurança no emprego e da irremovibilidade, coisas que os trabalhadores na iniciativa privada não alcançam.

Compomos a sociedade de uma nação com a maior taxa tributária do mundo e, pasmem, com 377.000 regras no setor tributário, apenas criadas nas três últimas décadas.

Esse embrulho todo, de leis as mais vagabundas do mundo possuem embutidas uma perversidade: promovem o tormento dos contadores empresariais, para estudar a montoeira de sandices, e o deleite dos advogados tributaristas, que experimentam o “jogo” das chicanas, para defender seus patrões engasgados com a máquina infernal montada pelo fisco, objetivando destruir a iniciativa privada.

Por que não se estabelece princípios práticos da diminuição das operações tributárias em apenas cinco? Tal atitude fazendária teria a inconveniência de tirar 70% do pessoal burocrática das secretarias de estado da Fazenda, que hoje já se acotovelam dentro das repartições sem espaço suficiente para suportar tamanho contingente de inutilidades.

Para se ter uma ideia, o número de servidores inativos, na União, Estados e municípios equivale aos que estão na ativa, com um agravante, pesam mais no orçamento do que os que trabalham, uma vez que, na ociosidade, levaram mais benefícios do que tinham.

O inchaço da chamada máquina pública brasileira é uma vergonha. Possuem em torno de 62% de servidores públicos, na ativa, inteiramente desnecessários, ganhando rios de dinheiro sem qualquer utilidade.

Num futuro bem próximo, que corresponde daqui há seis meses, os novatos governantes vão ter que enfrentar um pesadelo: se aumentaram a carga tributária, vão abrir caminho para uma guerra civil contra a cobrança excessiva, o que já é uma realidade, haja vista o movimento paredista protagonizado pelos caminhoneiros, sem dúvida a maior força contra o poder legisferante do país, banindo o presidente da Petrobras, Pedro Parente, por ter criado o artifício de aumentar o preço de petróleo por quase todos os dias, ao sabor dos aumentos do dólar no mercado livre.

Se o Estado Brasileiro não for efetivamente reajustado, deixar de ser perdulário com o que arrecada, diminuir efetivamente seus gastos com pessoal, vamos enfrentar violentos protestos, com prejuízo que será incalculável.

Parece que a classe política brasileira está pouco se importando pelos acontecimentos que poderão advir.

A luz boa no final do túnel é os seis meses que faltam para o término do mandato de Michel Temer, um verdadeiro tormento.

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo