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Espírito estatizante

14/06/2018

 

O chamado Estado brasileiro é realmente impagável. Ele é de uma insensibilidade brutal, no trato com os recursos públicos, do que arrecada na forma de imposto, que hoje chega a um volume de quase 40% do orçamento de qualquer brasileiro, não se falando das taxas, multas e outros emolumentos que, as vezes, pesam mais do que os impostos a leva o empreendedor a sonegar, para sobreviver e, um fato constrangedor, de 10 empresas que abrem suas portas, em 10 anos, sete fecham.

Outro dia trouxemos aqui informações de que, o chamado nó tributário obriga empresas a contratar mais gente, só para atender as demandas de natureza burocráticas.

Agora mesmo o governo do Estado está anunciando a abertura de uma nova empresa estatal, em parceria com a BR-Distribuidora, para ampliar a distribuição de gás, com previsão de investimento da ordem de R$168 milhões, em dez anos...

O chamado Estado Brasileiro não tem competência para gerir um modesto caldo de cana na beira da estrada, não há planejamento no governo que permita aplicações de recursos (um negócio tremendamente escasso) para aplicação numa distribuidora de gás, função tipicamente da iniciativa privada que, se falir, é um problema exclusivo dos acionistas.

O chamado administrador público brasileiro deveria, por escrúpulos, ficar bem distante de qualquer atividade empresarial, de se imiscuir nos caminhos da iniciativa privada, a quem cabe o risco dos investimentos em que entra. O Estado deve ser apenas um instrumento indutor do desenvolvimento. Uma simples construção de uma escola pública, um hospital, um Centro de Saúde, essas coisas públicas demoram um tempo enorme saírem do papel e, quando entram em execução de obras, aí é que a porca torce o rabo até sair sangue, porque entram os reajustes por falta de pagamento ao empreiteiro no prazo certo e a obra atrasa, entra no esquecimento.

Velho ditado popular diz: “Tempo de guerra. Mentira como terra”. Tudo é feito com objetivo exclusivo de engrupir a boa fé pública, ludibriar a boa fé daqueles que, nas entrelinhas, vão ler que o empreendimento, para ficar pronto, vai levar pelo menos 10 anos, sem perspectivas para muita gente necessitada, que deveria estar sendo incentivada para o campo do empreendedorismo agrícola, uma fonte inesgotável de oportunidades, desde que a política do cooperativismo for implantada.

 

Sem quê nem por quê, criam-se no Brasil estatais com objetivo de promover o empreguismo dos afilhados políticos, a exemplo da Petrobras, servindo de depósito de refinados ladrões que para ali foram com objetivo exclusivo de pilhar os cofres da empresa. 

 

 


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