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Feriado para o futebol

18/06/2018

 

Reclama a imprensa que o Brasil, o brasileiro, mais exatamente, não está vivendo o clima de festa para a copa do mundo de futebol, que a partir dos próximos dias ocorrerá na Rússia. Na verdade um clima existe, por parte de alguns setores que querem a suspensão de atividades empresariais, fechar o comércio, as indústrias, os bancos, nos períodos da manhã quando a seleção brasileira jogar pela manhã e, pela tarde, também.

Vivemos numa terra de malucos. Talvez seja o futebol, o carnaval e o aglomerado de religiões, muitas, as mais vagabundas, com seus “pastores” fabricados em presídios, explorando incautos com falsas promessas, diante da carência de conhecimentos de 72% da nossa sociedade que, cientificamente falando são oligofrênicos (não conseguem aprender através da leitura, dos ensinamentos escolares), responsáveis pelo desinteresse “nosso” para o trabalho.

Estão aí presente os acontecimentos envolvendo, desde presidentes de República (Lula e Dilma) e negociatas, através da Fifa, para a realização da última copa do mundo no Brasil e, de quebra, as olimpíadas, realizadas no Rio de Janeiro. Os treze estádios reformados construídos para os jogos da copa, não tem um, um insignificante estádio, que não tenha problema de superpreço, de corrupção na sua concorrência, como uma espécie de praga, de vício, que não vai acabar nunca.

Quando recursos públicos são alocados para atender interesses de clube de futebol, entra a corrupção. O governo não tem competência, não tem autoridade para se meter em empreendimentos que sejam de interesse da coletividade. Faz vergonha chegar num hospital público e ver pelos corredores pessoas enfermas encostadas nas paredes, dormindo no chão, a espera de uma operação, assistindo-se, até, médico desesperado, por não poder fazer nada, quebrando o que encontra pela frente em seu consultório, devido a sua impossibilidade de dar um atendimento decente.

Nossos governantes deveriam ser proibidos de realizar obras que servissem de propaganda política. Temos aqui em nosso Estado, no município de Cariacica, o Estádio do Rio Branco, uma obra inacabada, como tantas outras que o governo se mete.

Cabe ao governo, municipal, estadual ou federal promover o desenvolvimento econômico e social, através de obras de infraestrutura e não se meter a “gato mestre”, sem um mínimo de conhecimentos, sem um plano econômico para enfrentar as dificuldades.

Assistimos rios de dinheiro da Caixa Econômica, do Banco do Brasil, da Petrobras, outras empresas públicas, para ajudar times de futebol, quando não temos qualquer iniciativa governamental para tirar os necessitados do isolamento, do abandono, que vivem nos corredores dos hospitais públicos. Será que já não chegam os feriados e pontos facultativos?


 

 


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