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O Brasil tem jeito?

24/06/2018

 

Qualquer cidadão, modestamente escolarizado, sabe que está sendo delapitado em seus modestos ou robustos recursos, por uma plêiade de políticos profundamente mal intencionados em suas vocações, através do mandato popular, pela incapacidade de entender que quem detém fábrica de dinheiro é o chamado Poder Central (Casa da Moeda), que também gasta sem nenhum critério, não o sofrido povo brasileiro.  

A impressão que se tem é que cada administrador municipal, com sua câmara de vereadores, secretarias e autarquias as mais diversas, são ocupadas por formidáveis senhores que não possuem a mínima noção de onde vem o dinheiro que mantem suas benesses...

Qualquer cidadão que trabalha, vive de salário ou é empresário, gasta em torno de 40% do que ganha para pagamento de impostos, fora taxas e chamados emolumentos diversos. Se algum dia, por razões diversas, tiver que assinar um documento e fica sabendo que vai ter que levá-lo ao cartório mais próximo vai ter que pagar uma taxa para que ele ateste com um carimbo que foi você mesmo que assinou. Agora, uma coisa interessante. Só no Brasil é que ainda existem cartórios, por que ele é obrigado a destinar 20%¨de sua renda para manter clubes recreativos de magistratura. No Brasil os cartórios, malditos, não vão acabar nunca...

Não vamos muito longe com as favelas brasileiras, uma tragédia explodindo a cada meia hora. Aqui, como em qualquer parte do Brasil, foi a incapacidade gerencial dos nossos políticos que permitiu que hoje esses antros de bandidos se espalhassem. A Ilha de Vitória, capital do Estado, tem favelas com os mais perigosos núcleos de bandidos do país. Tem ruas que a polícia fiscalização de qualquer natureza, Corpo de Bombeiros, ninguém entra e, interessante, elas continuam expandido, emporcalhando as cidades.

Com objetivo de extinguir um “ninho” de fumadores de crack a Prefeitura Municipal desapropriou algumas lojas no chamado Portal do Príncipe (Ilha do Príncipe) para construir um empreendimento fantástico, na entrada da cidade pela velha Cinco Pontes. Os imóveis foram demolidos, o tempo passou, o mato foi crescendo, os impostos e obrigações diversas para a sociedade organizada continuam aumentando, é multada pela fiscalização municipal se o mato cresce no seu quintal ou a obriga, injustamente, a consertar suas calçadas, quando as obrigações são do poder municipal, que multa impiedosamente o contribuinte, se ele não executar a obra. Como recorrer à Justiça fica mais caro e o processo pode demorar 80 anos ou mais, é preferível o contribuinte perder o coro e cumprir com o que não tem obrigação.

Pra que serve essa gente no serviço público?

O Brasil não tem jeito.

 


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