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Assaltos e estupros na Ufes

29/06/2018

 

Do jeito que estão caminhando as coisas, a impressão que se tem é de que a chamada imprensa lida, os periódicos diários (jornais) por exemplo, com a modernidade assustadora, desaparecerão, e predominarão as chamadas “redes sociais” que, lamentavelmente, mentem mais e inventam notícias falsas, do que outra coisa qualquer.

 

Recente, dia 23 de junho, mais precisamente, A GAZETA trouxe uma reportagem especial sobre assaltos e até estupros, na rotina da Universidade Federal do Espírito Santo.

 

Com base em fatos apurados no meio da juventude que ali estuda, A GAZETA revelou que uma onda de violência tem assustado os estudantes do Campus da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), em Vitória, onde são obrigados a conviver com a sensação de medo, em sua rotina de estudos. 

 

Vem o relato, de um bandido, armado, que invadiu uma sala de aula e assaltou duas alunas. No começo do mês, um homem foi vítima de estupro na Universidade.

 

Os relatos dos estudantes, o drama que enfrentam, as dificuldades, o medo, para estudar à noite, inibe suas participações em cursos noturnos, dificultando seus aprendizados.

 

O quadro é meio dantesco, estúpido, anormal mas, os administradores da Ufes informam que as estudantes molestadas por criminosos são enviadas para registrar boletins de ocorrência, como as imagens das câmeras que flagram tais abusos são enviadas à polícia...

 

Não seria melhor a Ufes, com tantos servidores e alunos (mais servidores do que alunos) ter um sistema de vigilância armada bastante eficiente para dar maior proteção aos mesmos? Não adianta nada a Ufes ter um monte de servidores, uma população de alunos necessitada de proteção e educação e não ter tranquilidade!

 

Infelizmente, moramos num dos mais perigosos territórios da Federação brasileira. Uma magistrada nos mostra levantamento feito por organização competente que o Estado tem 5.544 bandidos fora das prisões. Será que esses dados, esses elementos, a afirmativa da juíza Gisele Oliveira não são suficientes para convencer as autoridades da Ufes que os jovens estudantes e servidores merecem maior proteção, mais cuidados?

 

Vivemos ao Deus dará... Até onde iremos chegar nesse estágio de selvageria em que nos encontramos?

 

Essa estúpida rotina da criminalidade invadindo os campos da nossa Universidade é um negócio de envergonhar. A juventude que ali estuda merece um tratamento mais digno, mais responsável.

 

 

 


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