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Trambolho de país

04/07/2018

 

O petróleo é finito. O negócio é prever quando suas jazidas se exaurirão na face da terra. Diante de tal assertiva, o carro elétrico brasileiro jamais sairá de nossas fábricas e, os fabricados no exterior virão por um preço absurdo, para inibir suas vendas entre nós.

A observação é de um amigo recentemente, que a Petrobrás precisa existir, estatizada, para a turma política roubar impiedosamente seus cofres, como aconteceu em datas recentes, por sucessivos ladrões nos seus comandos.

Chegamos a ter no Brasil reservas de mercado para ingresso de automóveis fabricados no exterior, computadores, equipamentos diversos, sob a ótica vesga de que eles sendo comercializados aqui extinguiriam nossas fábricas.

Com a globalização da economia foi a mesma coisa que darem um pontapé no formigueiro. As indústrias que ingressaram no nosso mercado, que tiveram sucesso, permaneceram. O mesmo aconteceu em volta ao mundo, até na China, onde o Estado é o dono de tudo, no Oriente Médio, por excelência, onde os monarcas dirigentes são donos de tudo e vendem concessões.

Enquanto tivermos petróleo a explorar, em termos comerciais, não teremos o carro elétrico aqui produzido, simplesmente porque não interessa à classe política. Com a extinção da Petrobrás, deve ser inventado outro argumento para vender outros produtos para pagar royalties a municípios e estados, para que sobrevivam. Agora mesmo trama-se no Congresso Nacional a criação de novos municípios, para engordar a vaidade de políticos os mais ineficientes e incapazes.

Ninguém sabe quando essas tragédias administrativas, essa roubalheira desenfreada irá parar. A má política e a má justiça irão destruir o Brasil em muito pouco tempo. Não há dinheiro, não há atividade econômica capaz de suportar, manter o devaneio dos nossos políticos e da nossa justiça.

Na verdade, não é o fim do mundo. É só aparecer um sujeito inteligente para angariar a simpatia popular e por um fim à essa delinquência que nos assusta.

A sociedade brasileira precisa encontrar uma liderança que a una, que imponha sua liderança, para o país se tornar respeitado perante o mundo, onde estamos vistos como um bando de devassos da pior qualidade.

Tudo pode acontecer. Um dia nos livraremos dessa canalha que tomou conta do poder.

Na vida tudo se acaba, dizia minha vó Virginia.

 


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