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Bolsonaro e as esquerdas

05/08/2018

 

Qualquer um sabe. No Brasil, todo sujeito, por mais bronco, analfabeto que seja, fica sábio, ganha título de doutor honoris causa, dá palestra por uma verdadeira fortuna para executivos de importantes empresas, como Odebrecht, Camargo Correia e outras, tipo Lula, um analfabetão de pai e mãe, depois que se elege. Aí, o cara deita e rola e, com uma grande alternativa, passa a formar quadrilhas de ladrões e, interessante, são protegidos pelos mais altos tribunais, como José Dirceu, José Genoíno, vários espertos que tomaram conta desta nação e não tem força que os faça desistir, de pilhar o Estado...

O candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro, foi convidado a comparecer ao programa Roda Viva, da TV Cultura, na última segunda-feira para ser inquirido por jornalistas de esquerda dos maiores jornais e redes de TV do país.

Estava eu, rodeado pela família, perante a TV para assistir o debate e fiquei impressionado com o desembaraço do Sr. Jair Bolsonaro, a agilidade com que se desembaraçava das perguntas cretinas dos jornalistas, com objetivo de humilhá-lo, derrota-lo ali, numa espécie de jogo macabro, de deixar o sujeito tonto, perdido. Os jornalistas, treinados pela “altruista” escola do comunismo boliviano, de Cuba e de Maduro, um imbecil, como todo esquerdista boçal que domina a Venezuela, com objetivo de destruí-la, nos mais variados sentidos, com uma inflação que já ronda a mil por cento ao ano, um negócio de fazer Zé Sarney sair de letra...

Bolsonaro virou sábio antes de se eleger presidente. Deu um banho de agilidade, sagacidade, a meia dúzia de jornalistas desse padrão de esquerda chula que cresce como praga, às custas de um eleitorado microcéfalo que depende do Bolsa Família para sobreviver na fila das bancas de jogo, bancado pela Caixa Econômica Federal, onde milhões de brasileiros se atolam em dívida para ver se ganham o primeiro prêmio de uma tal de sena acumulada...

Acoimado de Hitler da província sul-americana, Bolsonaro deu um verdadeiro baile de coragem e conhecimento nos esquerdistas de meia tigela, a soldo não sei de quem, do PT, CUT, MST, de quem mesmo? Talvez dessa igreja católica vagabunda que produziu Leonardo Boff e outros perdidos de amores por Fidel Castro, o índio cocaleiro boliviano e outros analfabetos adorados por uma patuléia de idiotas que pensam que militares são inimigos da pátria.

O ódio, o verdadeiro pavor da ascensão de Bolsonaro ao poder, pela esquerda vagabunda, amante de Lula, tem sido um negócio risível, comparando-o a Trump, como se os norteamericanos estivessem mal satisfeitos com seu governante.

Quanto mais batem em Bolsonaro, ele cresce.

 

 


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