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Princípio diferentes

09/08/2018

 

Vez por outra conto esta história aqui. Era menino, por volta de 1945, no Rio de Janeiro. Morava na rua Aureliano Portugal, 14, no Rio Comprido, num pequeno prédio de apartamentos de 4 andares e, numa estranha coincidência, tinha um jovem, filho de judeus que ali habitava também, com o nome idêntico ao meu, só que na grafia, Guttmann era escrito com dois tês e dois ênes.

Ao deixar o Rio de Janeiro para ir para São Paulo, onde o pai foi com a indústria que possuía no Rio, Guttmann me presenteou com uma moeda de um dólar, como lembrança sua, cunhada com a data de 1888.

Aquela moeda americana, até hoje continua valendo um valor subjetivo, da lembrança, invendável e, se preciso ser usada, continua valendo um dólar, perto de R$ 4,00.

O conservadorismo americano, a luta desesperada para manter uma das moedas mais longevas do mundo, mostra a responsabilidade de um povo que já teve a infelicidade de ter governantes ordinários, como Busch Filho, Obama e outros e, no momento, Trump que revitalizou o pensamento de Monroe, o governante que cunhou a frase: “A América para os americanos”, mas o povaréu do mundo, sem cultura, sem dinheiro, sem nada de útil para oferecer, quer imigrar para a grande nação das oportunidades que, aqui para nós, não comporta mais intrusos.

A tradição americana se contrasta violentamente com a nossa, brasileira, onde existe uma classe política devassa, ladrona por excelência, uma justiça que é um negócio pândego (se não bastasse sua escandalosa diversidade) e um povo excelentemente despreparado, burro, que tem pavor ao trabalho, diferenciado completamente dos europeus, americanos, que fazem de sua oração, o trabalho, como no caso dos próprios judeus, como a família Guttmann, fabricantes de prensas e outras ferramentas de precisão, que veio de fora para ajudar a construir o Brasil.

Quantas moedas tivemos desde a Independência? Com uma inflação, ao tempo de Sarney chegar 80%, por que suportamos cabisbaixos, broncos, analfabetos no poder, como Lula, Dilma, Temer e outros artistas que têm passado, depois do Movimento Militar de 64? Suportamos um ditador boçal, com uma corja de refinados ladrões no poder, por 15 longos anos, impedindo que a nação, sua sociedade prosperasse e, agora, incrível, uma chrusma de oligrofrênios quer que Lula volte. Será que essa gente sabe o que está desejando?

Num país em que um tal de Stédile arrota que, ou soltam Lula e os sem terra vão fazer uma revolução, vai morrer muita gente, e ninguém prende tal bandido, pode ir para frente? Ter moeda estável? Governo decente?

 

Só surgindo um doido como Bolsonaro para peitar essa corja de malfeitores. É o que esperamos como última solução, se deixarem...

 


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