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Quem salva a Pátria?

07/09/2018

 

Vez por outra me refiro aqui ao meu saudoso pai, Mesquita Neto, não só porque eu o amava terrivelmente, mas pela impressionante capacidade de enxergar o futuro, de perceber as coisas.

Conversávamos sobre tudo e, de certa feita ele me recomendava: “Livre-se do sistema bancário. Do sistema religioso, do político e, faça tudo, para nunca ter que recorrer à justiça. Um péssimo acordo vale mais do que qualquer decisão judicial. Essa são as pragas que destroem as nações.”

Sento para escrever e fico imaginando a sabedoria daquele irrequieto velho que, como eu, dormia pouco e lia muito, acrescentando sempre: “Aproveite o tempo, qualquer tempo, qualquer lugar, para ler. Você só aprende estudando, lendo. Leia jornais, um bom livro,  revistas, um simples almanaque de propaganda, mas leia!”

Estamos assistindo o desmantelar de uma grande nação, que caminha aos solavancos, aos empurrões, como automóvel com carburador entupido ou água no combustível.

Aqui reside a mais estúpida máquina burocrática do mundo. Aqui existem cartórios, onde a Justiça se empanturra com a renda deles para manter seus “atrativos sociais”; temos um amontoado de justiças inúteis, para consumir bilhões de reais com uma impressionante máquina atulhada de burocratas, criando os mais diversos descaminhos para a processualística jurídica caminhar, um tortuoso e miserável caminho que é um suplício, para quem precisa de solução rápida. A burrice de uma extraordinária maioria da sociedade brasileira, que faz com que os sábios burocratas engendrem a indecente máquina burocrática que possui a maior engrenagem de servidores públicos com vitaliciedade e irremovibilidade no emprego, ganhando dezenas de vezes mais do que a parcela da sociedade que trabalha para sustenta-la, perseguida em seus negócios ou nos seus afazeres por uma chusma de incompetentes que imaginam que chove dinheiro e o povo burro tem que suportar um tal de socialismo marca barbante (de merda) onde tudo será pago pelo Estado...

“Não te iludas, daqui, para pior, o Brasil será sempre esta merda que aí está” Não tem dado outra...

Minha mãe, por seu turno, dizia: “Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acaba.

Até agora, só tem dado certo o que disseram. Esta é a pátria dos arranjos, dos jeitinhos, da malandragem, das “trampas” (maracutaias), como dizia minha avó Virgínia.

“Pau que nasce torto, tarde ou nunca, se indireita”.

 

 


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