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O fator Bolsonaro

03/09/2018

 

 

Acho que o sr. Jair Bolsonaro, com sua campanha política, um tanto ou quanto estabanada, meio agressiva, assusta. Cada qual tem um modo próprio de fazer as coisas. Tem uns que soltam um traque e apregoam o feito como se tivesse soltado uma bomba de hidrogênio, no mínimo, atômica...

Com esse delírio, a popularidade que grangeou, o sr. Bolsonaro, pela minha maneira de ver, na atualidade brasileira, onde todos estão ansiosos por mudanças, poderia, se acautelar, prender um pouco mais a língua, mesmo falando o que o povo quer, retirando os termos chulos (como tirar o “meu da reta”) fará muito bem a sí próprio e ao Brasil, que quer e vai ver mudanças.

Pesa em favor do sr. Bolsonaro a coragem, a determinação, o entusiasmo e a seriedade como diz as coisas, embora meio desconectado do bom linguajar ou de uma postura melhor, como candidato e futuro presidente da República. A última pessoa que ele deveria imitar seria o sr. Luiz Inácio Lula da Silva.

A fixação da campanha do candidato Jair Bolsonaro deve ser centrada na desmoralização em que vive o país com toda sua classe política. Falar de como promover a retomada do crescimento econômico, da necessidade de realização de uma política fiscal e tributária; da diminuição da burocracia que faz do Brasil um Estado Intolerável no campo dos investimentos privados., etc.

Pelo que sinto, o sr. Bolsonaro vai ser o próximo presidente da República, daí o pavor que mete na mídia, devido suas poderosas incursões nas redes sociais, exatamente onde ele precisa moderar seu linguajar.

Nunca, na história do Brasil, um candidato intimidou tanto a mídia, colocando-a totalmente contra ele, a exemplo do que ocorreu nos Estados Unidos contra Donald Trump. Trump passou o diabo, nas mãos da mídia. Os mais importantes jornais malharam-no impiedosamente,e ele postou-se de forma heroica, sem palavrões.

O mesmo fenômeno está acontecendo no Brasil. Mas todo cuidado é pouco, para não transformar os arroubos dos seus seguidores em arma contra ele próprio.

As recentes distorções da revista Veja sobre a personalidade do candidato Bolsonaro é de uma infelicidade sem limites. Não pode, o candidato deixar ser mordido pela isca que a imprensa lhe atira. Aí é que mora o perigo. 

 

 

 


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