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Justiça humilhante

06/09/2018

 

Dia 31 de agosto de 2018 o povo brasileiro teve oportunidade de assistir um dos espetáculos mais indecentes, mais imorais do nossa História Republicana. O Tribunal Superior Eleitoral (uma aberração, porque só o Brasil e o México, que o copiou de nós, possuem) julgou um recurso impetrado por advogados do preso, por corrupção, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se poderia concorrer, de dentro ou fora do presídio, às eleições marcadas para eleger o novo presidente da República, para substituir essa coisa que está no poder, Michel Temer.


Qualquer jovem iniciado na advocacia, um simples estagiário de Direito, sabe que o sr. Lula é inelegível, pela Lei da Ficha Limpa que ele próprio, como presidente, sancionou.

 

Qualquer servidor do cartório ou do balcão de protocolo do TSE sabe que o sr. Lula é inelegível e que, nem por incapacidade dos advogados do preso, seu pedido de registro de candidatura, feito por meia dúzia de imbecis petistas deveria ser levado a sério, carimbado no protocolo, pela absurda estupidez que se comete contra tudo que possa representar comezinhos princípios de direito.

 

A palhaçada protagonizada pelo ministro Luiz Edson Fachini, dando voto favorável à que se esperasse solicitações de “Liberdade para Lula”, proposta por dois reconhecidamente esquerdistas, do Conselho de Direitos Humanos da ONU, um organismo de natureza eminentemente político, sem poder vinculante, tudo armado para dar liberdade a um dos presidentes que cometerem mais crimes contra a nação, juntamente com uma malta de ladrões processados e presos pela Justiça Federal, sob o comando do Juiz Sérgio Moro.

 

É muito desfaçatez, muita cara de pau, um ministro do Supremo Tribunal, com assento no Tribunal Superior Eleitoral propor um voto marcado pela estupidez, como se fosse um dono da verdade ou que toda nação tivesse que suportar tamanha estultice.

 

Tudo que acontecer no país, sob decisões judiciais, as mais absurdas, não nos surpreenderá jamais. Sinceramente, a decisão do Superior Tribunal Eleitoral nos traz a certeza de que, embora um pouco duvidoso, haverá eleições no dia 07 de outubro no Brasil. A maioria do TSE, com o apoio das Forças Armadas peitou a turma da esquerda que exigiu por uma decisão sobre Lula da justiça eleitoral do país. Foi uma vergonha, mas está decidido por 6 x 1, voto do sr. Fachini, o que corresponde ao pagamento de sua escolha para a Suprema Corte do Brasil, pela então presidente Dilma Rousseff.

 

Nos meios da justiça internacional devemos ser um país de velhacos, por excelência. Se não, burros...

 

 


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