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Devassidão política

11/09/2018

 

Há um jogo político no Brasil que vem desde 1985, quando os militares saíram de cena e, a partir da queda de Collor de Mello, entrou a figura de Itamar Franco que, por sua vez, convidou o ideólogo socialista chamado de Fernando Henrique Cardoso para ser ministro da Fazenda que, por sua vez convocou Pérsio Arida e outros economistas para elaborarem o Plano Real. Depois da eleição de Fernando Henrique Cardoso, que passou dois períodos no poder, o outro grupo do Fórum de São Paulo, tendo Luiz Inácio Lula da Silva à frente, assumiu a presidência da República, oito anos depois (após uma luta desesperada para ser eleger pela terceira vez), acabou parindo Dilma Rousseff, uma analfabeta metida a economista, que desgraçou a economia nacional, com suas imbecilidades.

O grave problema brasileiro é a burrice de sua sociedade, permitindo o aproveitamento dos mais notórios políticos populistas, como Getúlio Vargas, João Goulart, Ulysses Guimarães, Fernando Henrique Cardoso, Lula e a toupeira Dilma Rousseff, uma ativista de esquerda trepada no poder, travestida de democrata de meia tigela.

Esse bando de oportunistas da pior espécie imaginou que se perpetuaria no poder, pilhando os cofres públicos de forma incessante, sem dó nem piedade e, como não podia esconder o grande rabo, formou uma imensidão de grupos de ladrões da pior espécie e, porca miséria, infestou todos poderes de corruptos para ninguém botar defeito, transformando o Brasil na pátria dos ladrões, esse “troço” que ai está!

O negócio no Brasil, da roubalheira desenfreada, chegou a um ponto tal de degradação moral que, lá da “província” de Curitiba, brotou um formidável bastião contra a corrupção, sob o comando do magistrado federal Sérgio Moro, mais uma dúzia de procuradores públicos e um núcleo da Polícia Federal, começando pelo processo famoso, que tomou o nome de mensalão, a mesada que a classe política dominante, tendo à frente o PT, distribuía com seus asseclas, para se manter no poder. Aí, de cambulhada, vieram as mulheres, amantes de políticos, serviçais os mais diversos, putas, rufiões, proxenetas, porteiros de prédios suspeitos, motoristas e até doleiros e banqueiros os mais desonestos, caçados e trancafiados, sob ação do núcleo mais duro que já surgiu na justiça brasileira.

Chegamos ao processo Lava-jato, com roubos desenfreados no Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, BNDES, Petrobras, sob o slogan: O Petróleo é Nosso.... E outras imoralidades.

Essa imoralidade toda esbarrou-se, finalmente, na prisão do Ali Babá (os quarenta ladrões já estavam presos) onde, não sei como, ainda, mantém-se o Lula preso, por corrupção, lavagem de dinheiro e outras indecências, com a nossa formidável justiça.

Puta que pariu. Que corja de ladrões...

 

 

 


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