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Exercício de liberdade

03/10/2018

 

A liberdade é um negócio inebriante. Se o caro leitor nunca esteve preso, pelo menos por um dia, por algum motivo que considere justo ou injusto, não queira passar uma noite só, isolado com seus pensamentos, sem qualquer possibilidade de liberdade à vista.

Toda arte deve ser feita com responsabilidade. Quando comecei a escrever, como repórter policial em A GAZETA, meu pai, o velho Mesquita Neto me aconselhou: “Seja absolutamente correto na apuração dos fatos e no que vai escrever. Não fantasie. Vá direto ao assunto, sem rodeios. Nada mais chato, mais desagradável do que rodeios no jornalismo”.

Sou leitor de Veja, por assinatura, há uns 40 anos, como sou assíduo leitor de outros periódicos, diariamente, pela disposição que tenho de ler, conhecer mas, como disse outro dia um velho amigo de São Mateus, dá vontade de não ler mais nada, pela inversão de um verdadeiro estado democrático de direito num estúpido sistema socialista, tendo à frente um ideólogo metido a besta como Fernando Henrique Cardoso e um boçal encarcerado como ladrão e que, ao sabor da burrice da sociedade, foi eleito por dois mandatos – Luiz Inácio Lula da Silva, a quem sempre chamei de “professor”, das mais cínicas patifarias.

A Revista Veja dia 19 de setembro último, nas suas páginas amarelas, trouxe entrevista do senhor José Álvaro Moisés, sob o título: “Retrocesso à vista”, onde o homem, apelidado de cientista político afirma que o candidato Jair Bolsonaro ajuda a acirrar o clima de intolerância no Brasil e que o “o regime democrático”, tal como o conhecemos, está sob ameaça. Como eu, o senhor José Álvaro Moisés tem o direito de escrever todas idiotices que lhe vem à cuca e que a revista Veja, que não se distingue mais de que lado ela está, tem o direito de publicar. Como nas comunicações online, onde temos o poder de deletar o que não queremos ver, na revista ou nos jornais temos o poder de virar a página, procurar informações mais sérias.

O senhor Moisés foi fundador do PT, quando se afastou em 1980, talvez, até, por não concordar que a esdrúxula agremiação partidária de esquerda roubasse tanto, desgraçando com o Brasil e suas instituições, transformando nessa coisa que ai está, com sua participação. Não aceito a imaginação fantasiosa do senhor Moisés que o candidato Jair Bolsonaro seja uma ameaça a esta democracia fajuto que ostentamos no país, onde bandos de ladrões do partido que ele ajudou a fundar carregaram bilhões de reais dos cofres públicos e, apesar da credibilidade do juiz Federal Sérgio Moro, 12 procuradores da maior responsabilidade e uma Polícia Federal exemplares, sejam uma ameaça à nossa mambembe democracia. Se o senhor Moisés pensa que a sociedade brasileira é composta de idiotas, está redondamente enganado. Ela vai dar uma resposta a esse bando de loucos, tendo Lula e Fernando Henrique Cardoso à frente, que querem implantar a socialismo no Brasil.

Quem faz a liberdade, a democracia é uma imprensa livre e não a tutelada, subvenciona por notórios ladrões.

 

 

 


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