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Negócios aleatórios

06/10/2018

 

O Brasil tem uns negócios meio complicados, difíceis de serem entendidos, porque fazem parte do que se poderá classificar de aleatórios, como uns tipos de música que certos autores inventam, que chamam de funk, ou algo semelhante, que não sai daquele barulho, tipo música mecânica, através de aparelhagem eletrônica, etc.

Duas coisas que entendo, como esses tipos de música, serem complemente “aleatórias”, são as cobranças de água, esgoto e eletricidade. Passo o maior período do ano sem a utilização do ar refrigerado para dormir, a conta durante o ano não oscila para menos, só para mais e, vai, vai, e vai que, qualquer hora dessa, vamos passar para vela ou lamparina, para ver se a companhia desconfia...

Outro caso é o consumo de água e esgoto. Há quatro anos o negócio girava em torno de cento e poucos reais, agora ultrapassa a casa dos mil reais por mês. Mesmo levando-se em consideração que toda água para serventias diversas são fruto da coleta de água da chuva, sendo que sobre o volume a pagar o governo do estado cobra 9,25% de imposto, ICMS, que seria sobre Circulação de Mercadora e Serviço.

Não sei a que deva reclamar. Para atravessar a baia de Vitória, pela chamada Terceira Ponte, pagamos um real. Fazem manifestações querendo extinguir a cobrança, mas ninguém sabe quem vai pagar o custo da manutenção.

Para cobrar essa fortuna toda de água e esgotos a Cesan contraiu um bruto empréstimo e, para realizar a obra, esburacou a cidade por seis anos consecutivos e até apelidaram o prefeito de Vitória, na ocasião, de João Tatu. Nunca mais se elegeu a coisíssima alguma... ainda bem!

Queria saber, do porquê obras públicas demoram tanto e custam mais do que qualquer obra feita pela iniciativa privada. Tenho um pavor de mexer com justiça, de precisar dela. Demora tanto que você as vezes só vê solução quando morre, porque a morte realmente apaga tudo, em nossas vidas, mas as vezes deixamos grandes problemas para nossas famílias. A Justiça é um negócio muito sério, aqui para nós. Basta ouvir o que dizem alguns ministros da Suprema Corte...

Eu quero ver, se eleito for, se deixarem, o que o senhor Jair Bolsonaro irá fazer para acertar a tragédia em que vivemos. Num país onde uma questão judicial leva 80 anos rolando nas gavetas dos tribunais; onde um empresário para construir um empreendimento industrial leva 10 anos para tirar uma licença ambiental, e acaba desistindo, devido ao custo Brasil, com inflação e aporrinhações, realmente não dá para viver em paz, tem que aparecer um maluco, um determinado, um doido, para nos salvar das garras desses malditos burocratas, governantes incompetentes que, embora burros, se julgam os maiores sábios do mundo. Vejam Lula, que dava, antes de ser preso, até palestras. Sobre o que mesmo?

 

 

 

 


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