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Pela mudança total.

10/10/2018

 

Da tragédia política em que o Brasil se encontra, sai das gavetas um problema que terá de ser resolvido com a necessária urgência: o voto distrital, misto ou seja lá o que for, mas o imoral processo político em que vivemos não poderá continuar, a não ser que queiram transformar esta formidável nação numa grandíssima merda.

 

O país está gastando uma fortuna, com as eleições de 2018, a troco de quê? Vejam que o candidato que está à frente de todas as pesquisas, sem gastar um centavo com a mídia, soube construir um verdadeiro exército de colaboradores através das redes sociais.

 

O Brasil vai mudar. Vai ser uma exigência da sociedade, que quer uma mudança radical no processo de escolha dos candidatos aos cargos públicos, sem a interferência de rios de dinheiro.

 

Hoje, não podemos afirmar o que irá suceder ao país no mês que vem ou quem sabe, no decurso deste mês de outubro, quando marcharmos para participar de uma grande decisão da sociedade, como foi em 1964.

 

Ou o povo brasileiro se une para receber o resultado das urnas como elas estão oferecendo, ou vai ocorrer uma tragédia muito grande e as Forças Armadas, naturalmente, como sempre, procurará amenizar a situação, com sua interferência pacífica. Quando essa gente quer usar o mutismo das Forças Armadas para mudar o Brasil para o “ideário bolivariano”, aí a coisa fica um pouco difícil de suportar e, tudo indica, essa situação se transformará num grande tumulto, sempre de acordo com a capacidade de cada um que poderá, depois, melhor contar sua história, as vezes até mentiras, com um bando de terroristas ou comunistas disfarçados, recebendo pensão do Estado.

 

Vamos lutar pela reforma da legislação partidária, instituindo o sistema de voto distrital, onde cada comunidade vai eleger seu líder, a pessoa de sua confiança, que defenda seus interesses e não a esse bando de desavisados, aproveitadores da pior espécie, disfarçados em democratas mas que, na verdade, pouco se importam que o país se transforme numa Venezuela vagabunda, num buraco como Cuba, vivendo de esmolas.

 

É incrível, como o Brasil não produza, com a impressionante diversidade climática, produtos alimentícios para a nossa mesa. Um país de oito milhões de quilômetros quadrados dependendo da importação de feijão, cebola, alho, arroz, para nossas mesas, é uma vergonha, uma imoralidade, essa gente não tem pátria, não tem mãe, não tem família, não tem vergonha. Terra para o “sem terra”, para virarmos uma Venezuela, sem produção, o povo com fome.

 

Temos que mudar essa imagem de país abandonado à sua própria sorte.

 

Temos que mudar tudo que aí está, com um monte de instituições que só servem para alimentar um bando de aproveitadores da pior espécie. A maldita burocracia.

 

Vamos mudar tudo.

 

 

 


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