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A vitória de Bolsonaro

11/10/2018

 

Tem certas coisas que é preciso repetir sempre. É como a mentira comunista: repita sempre, mas sempre, até que, de tanto repetir, a massa ignorante vai pensar que é verdade...

Não gosto de falar sobre pesquisas eleitorais. Elas nunca funcionaram e, francamente, são missas encomendadas, para tapear os incautos, como aconteceu recentemente, no último pleito.

Qualquer pessoa mediamente inteligente, que acompanha os fatos políticos sabe que o eleitorado brasileiro está p da vida com a classe política. Diante dos fatos, da capacidade inventiva do candidato Jair Bolsonaro, em utilizar as chamadas redes sociais para promover sua candidatura à presidência da República, as classes políticas à esquerda, cheias de dinheiro, passaram a contratar a mídia e os chamados institutos de pesquisas para montarem as elucubrações no campo imaginário, do chamado segundo turno, dando a entender que o candidato Bolsonaro poderia disputar o segundo turno com Alckmin, Ciro Gomes, Marina e Fernando Haddad, mas nunca destacando apenas Bolsonaro e Haddad. Por que?

No dia da votação e da apuração dos votos, como era presumido, o candidato Jair Bolsonaro saiu com 46,3 dos votos (48.967.306 votos); seu concorrente mais forte, com uma fábula de dinheiro em tempo de TV obteve nas urnas 29% dos votos (30.643.141 votos) que, para alcançar Jair Bolsonaro, terá que convencer 18.324.165 eleitores para votarem nele, para ficar com número de votos igual ao do candidato Bolsonaro. Para o sr. Jair Bolsonaro ganhar a presidência da República terá apenas de convencer 2.000.000 (dois milhões) de eleitores, sem fazer muita força, para ficar com 51 milhões de votos.

A mídia, totalmente esclerosada, de esquerda, acha que o sr. Haddad tem “papo” suficiente para manter o sr. Bolsonaro com os votos que conquistou nas urnas no dia 7 de outubro e perder o pleito para o sr. Poste, que precisa convencer os que votaram em Ciro, Alkmim, Marina, Álvaro Dias e outros menores, mais modestos em voto, votarem nele, coitadinho, representante de um presidiário que quer chegar à presidência da República de qualquer maneira, nem que seja à base telepática...

Só uma tragédia, a morte do sr. Jair Bolsonaro (o que quase conseguiram) vier a ocorrer. Aí então a comoção nacional será tão grande que não se pode avaliar como tal carnificina poderá ser detida.

O problema brasileiro, no momento, é “matar o PT”. O Partido dos Trabalhadores já causou tanto mal ao Brasil que não pode haver perdão. Lula não transmitiu, e nem poderia, seus votos todos para seu pupilo Haddad, e nem podia, porque os votos conquistados por Haddad seriam  os mesmos que seriam dados a Lula, e olha lá...

Na noite de 28 de outubro Jair Bolsonaro será consagrado pelo eleitorado como Presidente da República. Vai fazer um dos melhores governo da história do Brasil, pelo menos ao que jamais chamaremos de ladrão.

 


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