Ver Histórico



Procurar




  


Newsletter

Nome
  
E-mail
  




Links



A crise imoral.

03/12/2018

 

Falando no 13º Encontro de Lideranças, promoção de A GAZETA, sobre crise fiscal, a base de sua fala, em certo trecho, o governador Paulo Hartung destaca: “O futuro governo, não debateu a agenda do país, mas agora é esquecer isso. Eu não topo discutir partido, eu não topo discutir oposição. Porque fazer oposição hoje, é fazer oposição a ninguém, e eu não topo fazer oposição ao Brasil e aos brasileiros. Nós precisamos encontrar caminhos para colocar esse país na agenda correta. ”Muito bom!”

 

O governador Paulo Hartung é considerado um dos melhores que tem passado pelo governo do Estado do Espírito Santo. Talvez por ser governador , não gostaria de falar sobre as origens da crise fiscal que o país atravessa por toda sua história republicana.

 

O problema brasileiro é de incapacidade administrativa, excesso de burocracia ( o país mais burocrático do mundo), 69 obrigações fiscais e parafiscais ; 73 sistemas burocráticos, carimbos, agências as mais indecentes e, ainda, peço licença ao governador, antes de me referir a mais estúpida Previdência Social Pública brasileira, 62% a mais de funcionários públicos em todos os níveis, federal, estaduais e municipais e a vergonhosa desigualdade entre o aposentado do setor público, do privado, se não bastasse as disparidades salariais entre ambos.

 

O Brasil é o único no mundo que tem coisas absurdas, como, amontoados de justiça inúteis, como a do Trabalho, a Eleitoral, os cartórios, os carimbos, a crueldade que se pratica contra o produtor rural, com instituições de taxas e impostos absurdos, quando o Estado é indecentemente perdulário com o que arrecada, doa dinheiro a invasores, a Centrais Sindicais, etc.

 

Recente, A GAZETA publicou reportagem enumerando remunerações nos conselhos de administração, fiscais e outras inutilidades, onde seus membros percebem outro salário, como os casos do Banestes, Bandes, etc. Por que gasta-se tanto com esses penduricalhos? As obras mal e porcamente começadas, paradas, com o dinheiro de quem? Disse o ilustre governador Paulo Hartung: “Não é o governo que paga, é a sociedade”. Raios, depois de tanto tempo, o governador descobriu que é pobre contribuinte que paga a conta?

 

Estamos no limiar de um novo governo da República. Todas esperanças recaem na pessoa do sr. Jair Messias Bolsonaro, a quem o governador Paulo Hartung disse que não o apoiaria, preferindo o sr. Alckmin, do PSDB, que nem do seu partido era, ficando numa tremenda rabada. No Espírito Santo o Sr. Bolsonaro teve mais voto do que o governador eleito, Renato Casagrande.

 

Pelo quadro político que está sendo desenhado no Brasil, as lideranças que não conseguirem se reeleger, estão completamente sepultadas, pela força da mudança que vem por aí. A outra metade que conseguiu (45%) se reeleger, estará morta nos próximos 4 anos, se forem feitas as reformas políticas e implantado o voto distrital.

 

De ateu confesso, estou até acreditando em milagre, com a eleição de Bolsonaro. Falta agora assistir as reformas prometidas.

 

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo