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Ministério para ninguém botar defeito

06/12/2018

 

As vezes temos que confessar nossas preocupações, burrices até, para dar motivo para que as pessoas, que nos conhecem ou não, se divirtam um pouco.

Quando Dilma Rousseff foi eleita presidente da República, disse com meus próprios botões: “Puta merda, estou velho demais para ir embora do país onde nasci, para ser governado por uma guerrilheira, assaltante, uma cavalgadura em carne e ossos. Quero estar vivo para ver até onde essa merda de país vai. Vamos combater essa gente. “No encontro que tive, aqui em Vitória, com o candidato Jair Bolsonaro, pensei com meus botões: este é o cara e disse para ele que estava no caminho certo, ser agressivo, porque o povo brasileiro precisava ser despertado por um político que demonstrasse valentia, mas que ele deveria comentar menos o que pretendia fazer, quando estivesse no governo, para que as forças do mal não o prejudicasse. Nunca imaginei que, do meio da multidão surgisse uma mão assassina para tirar a vida daquele que era carregado pelos braços do povo em qualquer lugar que chegasse.

Passada aquela fadiga do atentado à vida do presidente eleito, tenho morrido de rir com as indicações para seu ministério. O negócio é de demolir elefante com uma porrada só. Nenhum dos candidatos que concorreu com o sr. Jair Bolsonaro teria coragem, por exemplo, de colocar no Ministério da Justiça o juiz Sérgio Moro. Paulo Guedes para o Ministério da Fazenda? Nenhum nome, escolhido até agora mereceu qualquer cisma, ao contrário, as indicações têm sido reconhecidas pela unanimidade, como excelentes.

O juiz Sérgio Moro, para ser ministro da Justiça, abriu mão de sua carreira vitalícia, por acreditar na palavra do presidente eleito, Jair Bolsonaro. Quer credibilidade maior?

Temos que acreditar que o Brasil vai mudar. Nós todos teremos que mudar, pensar grande, ajudar o governo porque não vai ser fácil tirar o Brasil do buraco em que se encontra. Como acabar com tantos ladrões?

O grave problema do Brasil é o gasto com o chamado servidor público e, pior, a questão dos inativos, aposentados com salários exorbitantes, em detrimento do trabalhador comum, que carrega a nação nas costas, com os impostos que paga.

A sociedade brasileira, composta de mais de 70% de analfabetos funcionais (que não sabem transmitir o que ler), vai ver” o diabo chupando cana e assobiando atrás da porta”, até acertar o Brasil.

Nós não podemos ter uma classe política composta com gente tão ordinária. Nossas esperanças repousam num governo decente.

Vamos aguardar a posse de Jair Messias Bolsonaro.

 

 

 


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