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A expectativa Bolsonaro

07/12/2018

 

Vai para mais de dois anos que escrevi, rebuscando o quadro político brasileiro, de Norte ao Sul do país, não vislumbrei um homem, uma liderança confiável que pudesse segui-la, um sujeito confiável.

 

Conversando com uma autoridade de Exército, hoje na reserva, acostumado a ler o que escrevo, disse-me que se me avistasse com o deputado Federal Jair Bolsonaro, eu mudaria de ideia. “Tem realmente muito político safado, para todos os gostos, mas o Bolsonaro é um homem diferente. Você vai gostar dele. “Posteriormente” vim a conhecer o deputado Jair Bolsonaro, já na campanha política para a presidência da República.

 

Após sua palestra (ele chegou no local pontualmente, faltando 10 minutos para as sete da manhã), cumprimentei-o e disse-lhe que ele deveria dizer o que pensava em fazer, depois de eleito, para não contrariar interesses de uma formidável massa de perdulários e ladrões que dominavam a política nacional. O amigo militar, então, perguntou-me: “Que achou do Bolsonaro?” Concordei que realmente era um homem diferente, um pouco parecido comigo, debochado, direto e sem medo. Vou jogar minhas esperanças nele. Tenho dificuldades em acreditar em homens públicos.

 

Eleito, o sr. Jair Bolsonaro quase foi assassinato, de uma forma estúpida, cruel, por um criminoso adredemente preparado para matar o grande inimigo da classe política corrupta nacional.

 

Nunca assisti um massacre tão violento contra um candidato à presidência da República. Toda mídia (TODA MESMO) se voltou, declaradamente contra ele. Se não fosse ousado, destemido, corajoso, não se elegeria, mas foi consagrado nas urnas, apesar de todas indignidades que cometeram.

 

Na formação do seu Ministério, do quadro de auxiliares imediatos, o sr. Bolsonaro ainda não cometeu nenhum equívoco e, promete, quem não andar na linha, sai. Quem coloca como ministro da Justiça um Sérgio Moro, como vice o general Mourão, um Paulo Guedes no Planejamento, não está brincando em serviço.

 

No primeiro dia de governo o presidente Jair Bolsonaro, pelo que diz, vai dar uma sacolejada no país de fazer desaparecer as esquerdas que tanto destruíram a nação, nesses últimos 35 anos, que parecem uma eternidade. E ainda tem quem defenda a formidável corja.

 

O que mais intriga o novo presidente é a desigualdade, de quanto percebe de salário um servidor público e um trabalhador, a grande massa que trabalha para pagar imposto e sustentar a maior burocracia (máquina burocrática do mundo) contribuindo com 69 obrigações fiscais e parafiscais. O ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviço) no Estado do Espírito Santo cobra 33,33% sobre as contas de energia elétrica. Quem foi que disse que energia seja mercadoria? Energia é simplesmente prestação de serviço fornecido por máquinas, turbinas, geradores, sol, vento! Não tem indústria, não tem lavoura, não tem nação que vá para frente com a puta burocracia que nos rodeia e uma corja de governantes perdulários. Saúde para Bolsonaro, determinação para levar à frente sua luta. Cuidado com os atentados.

 

 

 

 


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