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Fabricantes de ilusões

03/01/2019

 

Outro dia saiu na imprensa uma nota com o título: “Hartung no governo Bolsonaro”, a propósito do convite do secretário estadual de Fazenda do Espírito Santo, Bruno Funchal, para ser diretor de política e recuperação fiscal, a convite de Paulo Guedes e, o deputado federal Lelo Coimbra (MDB), para secretário especial de Desenvolvimento Social.

Não conheço o sr. Funchal, se foi bom, sofrível ou ruim, no comando da Secretaria da Fazenda do Espírito Santo. Conheço o deputado federal Lelo Coimbra, excelente homem público, ex-vice-governador do Estado, secretário de Saúde, por onde passou mostrou sempre a que veio. Deveria ter sido lembrado para concorrer ao governo do Estado nas últimas eleições, onde o eleito, Renato Casagrande, correu inteiramente solto, sem concorrentes, daí sua eleição no primeiro turno.

Pelo seu talento administrativo, gostaria de ver o deputado Lelo Coimbra, um dia, ser eleito prefeito de Vitória, por conhecer suas necessidades em profundidade. Compomos uma sociedade composta de 300 mil habitantes numa pequena ilha, com um dos piores antros de bandidos do país, graças à fragilidade do sistema policial.

Em abril de 2018, quando a política começava a esquentar e aparecer os candidatos ao governo do Estado (o sr. Renato Casagrande era candidato desde o dia que perdeu sua reeleição para Paulo Hartung), a imprensa, naquela época apontava os “nomes do governador”, com sua ausência do pleito, que poderiam ser candidatos, como César Colnago, André Garcia, Erick Musso, Amaro Neto, Sérgio Vidigal e, também, nomes que não poderiam ser descartados, como o senador Ricardo Ferraço e o deputado federal Lelo Coimbra. Pelo menos César Colnago, Ricardo Ferraço ou Lelo Coimbra iriam para o segundo turno com Renato Casagrande. Do jeito que o governador Paulo Hartung se encolheu, diante da força esbanjada por Renato Casagrande, nem um terremoto destruiria sua eleição.

Porém temporiamente contra a eleição de Jair Messias Bolsonaro, o governador Paulo Hartung, pelo político que é, jamais teria coragem de aceitar qualquer participação no governo Bolsonaro, principalmente quando fez declaração de voto para Geraldo Alckmin, com um desempenho pífio nas eleições de 7 de outubro, ficando lá pelo 5º lugar.

O presidente Jair Bolsonaro tem dito que vai governar para os brasileiros, indistintamente. No caso do Espírito Santo e outros da Federação, visceralmente contra sua candidatura, vamos ver que tipo de ajuda ele irá dar. Acho que o Estado vai roer beira de penico velho...

 

 

 


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