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Estamos perdidos.

09/02/2019

 

O Brasil atravessa um período profundamente conturbado, pela insegurança da população, pela onda de violência que assistimos sem uma reação efetiva das nossas milícias que, dão a impressão, não possuem qualquer compromisso com a manutenção da ordem pública.

 

Não é para mim e muito menos para mais um terço da população brasileira, com mais de 50 anos, que nos próximos 25 anos o país tenha alcançado a maturidade. Me ponho a perguntar, a mim mesmo: como esse sistema judiciário que aí está? Com essa classe política sem um mínimo de instrução? Com o sistema policial que temos?

 

A partir da década de 60 o chamado mundo civilizado, após 20 anos do término de uma das guerras mais atrozes da história da humanidade, resolveu se organizar, tendo como patrono dessa reorganização, através do Mercado Comum Europeu, os Estados Unidos.

 

O Plano do Mercado Comum Europeu era modernizar a Europa e, interessante, até o atrasadão Portugal, saído da ditadura salazarista, alçou vôo, abolindo todas suas amarras burocráticas com um passado deveras distante, a começar pelos seus longevos cartórios. Do  Mercado Comum  brotou  a unificação da moeda, como Euro, as restrições ocorridas  com a Inglaterra, que não quer largar a mania de ser eterna dona do mundo, mas a Europa, diga-se de passagem, mostrou que a educação de uma sociedade é a base do desenvolvimento econômico e social.

 

Raios, acho que o Brasil tem um imenso cemitério de caveiras de burros. Não existem meios e modos do país engrenar, sempre num profundo ramerrão, pra frente e pra trás, sempre  empurrado por uma iniciativa privada que, as vezes, envereda-se para o lado da pilantragem e promove, com políticos desavergonhados, uma corrupção desenfreada, com apenas um homem preocupado em extirpá-lo, o juiz  Sérgio Moro, elevado recente a ministro da Justiça do governo, mas que estão rodeando-o de fofocas, com objetivo de incompatibilizá-lo com o governo Bolsonaro.

 

Não sei se vamos nos acostumar com essa tragédia em que a nação se senta tomada, da corrupção e da insegurança, sem um mínimo de confiança nas chamadas autoridades policiais e na própria justiça, pelos acontecimentos que estão aí, afrontando a dignidade pública.

 

As esperanças se renovaram recente no país, com a eleição do sr. Jair Bolsonaro. Parece que seus companheiros, grande parte da população, ainda não entendeu, o sr. Bolsonaro é o responsável pela mais impressionante surpresa política do mundo, a derrota do Partido dos Trabalhadores, tido pela própria justiça como um negócio impossível, pela montanha de dinheiro que essa gente possui.

 

Resistem, alguns setores, à destruição da máquina corrupta que o país ostenta. Devemos ter esperanças? Com essa gente?

 

 

 


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