Ver Histórico



Procurar




  


Newsletter

Nome
  
E-mail
  




Links



Audácia de um atentado

04/03/2019

 

Tem um ano que notórios bandidos, no Rio de Janeiro, mataram uma vereadora e seu motorista. O episódio ganhou as páginas da imprensa mundial e, parece, não sairá tão cedo, agora sob a apuração da Polícia Federal, já que a Polícia Civil carioca não saia de um círculo que não dava em nada.

Tem menos de seis meses que Adélio Bispo de Oliveira, mineiro de Montes Claros, com 41 anos, quase matou o presidente Jair Bolsonaro, quando era carregado às costas por partidários, em um comício em Juiz de Fora.

Adelio Bispo de Oliveira não é um qualquer, um desmiolado, um idiota, como querem fazer dele. Em 2013 foi processado por crime de lesão corporal, ao se desentender com um parente e arrombar sua casa. Foi filiado ao PSOL por sete anos, de 2007 a 2014, com o desejo de entrar para a política como deputado. Solteiro, nos últimos sete anos, de 2007 a 2014 passou por doze empregos e em nenhum permaneceu mais do que três meses. Atualmente está preso.

Em sua audiência de custódia, em 7 de setembro, Adélio se declarou “um autor de esquerda moderada” e que “defende a ideologia de esquerda” Seu Facebook reforça suas convicções políticas, como ataques a Jair Bolsonaro, a Maçonaria, Michel Temer, Geraldo Alckmin, senadora Ana Amélia, Deltan Dallagnol. No dia 7 de setembro, um dia após o atentado contra a vida do presidente Bolsonaro, quatro advogados, defensores de renome, surgem em Juiz de Fora, em avião particular, como por encanto, para representar o criminoso. Quem pagou esta conta?

Mesmo esfaqueado, num leito de hospital, com sequelas até hoje, a eleição de Jair Messias Bolsonaro foi uma tragédia para as esquerdas. Estamos assistindo os acontecimentos da Venezuela, onde um governante boçal, estúpido, pouco se importa com as condições do seu povo, que foge dele para além fronteiras, como resguardo à familiares famintos, não permitindo Maduro que ultrapasse as fronteiras com o Brasil as chamadas ajudas humanitárias. Sua polícia pilha, assalta, rouba, venezuelanos que querem fugir do país.

Ainda não se pode avaliar onde chegará toda essa desgraça que se pratica contra uma sociedade que, por incapacidade de reação, caiu nas mãos de um maluco, desprovido de sentimentos.

A eleição de Bolsonaro, para países como Venezuela, Uruguai, Bolívia, Nicarágua, Equador soa como uma espécie de sinal de liberdade para um povo sofrido. Mas a que custo?

 

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo