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Declaração

06/03/2019

 

Eu, Gutman Uchôa de Mendonça, brasileiro, casado, pai de dois filhos e quatro netos, em meu pleno estado de direito, consciente de tudo que digo, faço e escrevo, declaro: que é de minha livre e imperiosa vontade ser CREMADO, onde quer que aconteça meu falecimento, quando cessarão minhas responsabilidades de pagar imposto de qualquer natureza, para sustentar a classe política mais infame que existe sobre a face da terra, sem um mínimo respeito aos cidadãos que pagam imposto e para ser pilhado de forma impiedosa.

Não renego em ter nascido. Pode muita gente ter tido pai e mãe iguais aos meus. Ninguém teve e terá, jamais, pessoas iguais às que me deram a vida. Fui criado como Homem que honra a palavra que dá, que respeita seus semelhantes, que vai morrer, até prova em contrário, sem dever um centavo a quem quer que seja, abominando os que devem, os sem palavra, os sem critérios morais, sem honra, desfibrados totalmente.

Num país que reinaram indecentes e imorais figuras como Getúlio Vargas, João Goulart, Juscelino Kubitchek de Oliveira, Jânio Quadros, José Sarney, Fernando Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer; tem uma sociedade que elege e reelege essa gente sem escrúpulos, alguns refinados ladrões, cumprir anualmente 70 obrigações fiscais e parafiscais, a maior cargas de obrigações sociais do mundo, de autoridades que desafiam a ordem da moralidade pública, pilhando os contribuintes, sonhando com aumentos de impostos ou a cobrança de royalties do petróleo para promover suas corrupções, não engrandece nenhum brasileiro, viver num país igual.

Venho escamoteado a participação em certos tipos de reuniões, fugindo do que meu pai chamava de “exercício da hipocrisia”. Vou onde quero, não me subjugo a ninguém, a nenhuma pessoa. Nada me intimida, nem Deus, a quem não acredito. A única pessoa que me debruçava sobre seus pés, era minha mãe, minha verdadeira santa. Amo meus filhos, minha família, tenho a mulher melhor do mundo. Estou feliz no meu lar, mas abomino o que a classe política faz com a Nação, como se fossem donos dela.

Infelizmente, sinto que o Brasil, este país maravilhosos, que abrigou meus ancestrais quando da Espanha para aqui vieram, onde construir minha família, trabalhei duro, noite e dia, escrevendo incessantemente para atender interesses profissionais e amigos, que confiam em mim, na minha capacidade de não enganar, de não trair, de não mentir, quando me for, creiam, serei eternamente agradecido. Sou, incondicionalmente, por formação, amigo. Enoja-me a traição, vivo do meu esforço, sem ostentação.

Minha última fé, esperança até, é que o novo presidente, Jair Messias Bolsonaro desmonte as maiores burocracia e corrupção do mundo, aqui instalada, como sua justiça mambembe, a pior do mundo, e seus mil e tantos cartórios, que merecem ser todos queimados, transformados em cinzas.

Dificilmente o Brasil mudará, com toda boa vontade de Bolsonaro e seus auxiliares. O Brasil, seu povo, são diferentes... a falta de saber do povo brasileiro é uma doença, um câncer incurável.

 

 

 


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