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Minorias agitadas

13/03/2019

 

Nelson Rodrigues, famoso dramaturgo brasileiro, desaparecido, costumava dizer que “toda unanimidade é burra”.

Estabeleceu-se, por exemplo, que o carnaval brasileiro é da maior “expressão artística popular” do mundo, como o futebol e as festas religiosas, para curtir-se os feriados prolongados, por aí...

Tudo no Brasil é o mais caro do mundo, exatamente porque sugamos do magro bolso da sociedade, para distribuir recursos com nabados da pior qualidade.

Parece que estamos diante de um governo sem medo, pelo menos é a demonstração que está dando, cortando privilégios os mais absurdos, como essa distribuição de “incentivos” a artistas através da Lei Rouanet, em detrimento do apoio que deveria existir para o surgimento de novos talentos culturais.

As redes sociais estão inundadas de informações sérias, contundentes, sobre as imoralidades praticadas através de favorecimentos da Lei Rouanet, provocando protestos os mais imbecis, por aqueles que perderam a formidável teta pública.

Tem dois meses que o sr. Jair Messias Bolsonaro começou a administrar o Brasil, com um conjunto de homens de confiança e, quem claudicar, vai para o olho da rua, como aconteceu com uma pessoa que parecia ser de sua confiança, que começou a passar informações sigilosas que sua função permitia obter com o presidente, neste caso o sr. Bobianno, DE EXTREMA LEVIANDADE;

Cortar subsídios, grossas publicidades a times de futebol, sistema de transmissão de jogos pela TV, auxilio para o carnaval, tudo isso está encerrado, como as vergonhosas inscrições de “pescadores” que nunca pescaram, mas recebiam um tal “defeso”, quando a pesca era suspensa, por questões de desova ou por acidentes, como o caso da represa de rejeitos de minério de Mariana, Minas Gerais, ou a grana que ia para O MST, para fomentar invasões.

Resultado, carnaval nunca foi unanimidade do gosto nacional, futebol, idem, novelas e filmes e apresentações artísticas vagabundas, também.

Do jeito que caminham as coisas, Bolsonaro nos vai dar um exemplo de administração de recursos públicos que jamais aguardaríamos semelhante coragem.

Essa indecente farra com recursos públicos, em nome de um populismo idiota, precisa ter um fim. Estou me divertindo à bessa, com os esperneios generalizados, das minorias que, através de um populismo imbecil, estavam se transformando em donos do Brasil.

Prestem atenção, Bolsonaro vai dar um trabalho terrível, aos desocupados.

 

 

 


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