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Contra as mudanças

03/04/2019

 

Já escrevi aqui, do pouco conhecimento que tenho da pessoa do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, com quem conversei por alguns instantes, quando fez palestra na Federação do Comércio do Estado do Espírito Santo, onde marcou que chegaria às sete horas da manhã, lá chegando minutos antes da hora marcada, para encontro com empresários.

No pequeno instante em que conversamos, depois de se assustar com minha apresentação como jornalista, até que nosso interlocutor explicou ao hoje presidente, que eu era um jornalista diferente, que não estava ligado ao sistema político brasileiro, que o combatia ferozmente, o que fez com que ele se tranquilizasse, pelo menos, aparentemente.

Disse-lhe das expectativas que tinha sobre seu governo, que sua eleição era uma imposição da maioria do povo brasileiro, para por fim a um dos regimes mais corruptos da história mundial, mas que ele deveria ser mais comedido nas suas afirmativas, dizendo sempre que irá consertar o Brasil, mas não citando os caminhos como procuraria consertá-lo, apenas advertindo o povo que iria assistir uma transformação. Ele admitiu que eu estava certo, mas que aquele modo direto, franco, era uma coisa pessoal sua, difícil de mudar, mas que, repetiu, eu estava certo, porque sua fala prevenia os inimigos das mudanças. Surgiu alguém querendo tirar uma fotografia com o candidato e interrompeu nossa conversa, uma dessas irreverências ou falta de educação de algumas pessoas. Coisas de brasileiro.

Jair Messias Bolsonaro não se elegeu, o povo brasileiro, que desejava mudanças que o elegeu, contra tudo e contra todos, principalmente a imprensa (toda imprensa), os ladrões que infestam a nação, a corrupção sem limites, a montanha de dinheiro em poder do PT, CUT, MST e outras siglas de esquerda que desgraçam com o Brasil, contra um homem só, Jair Messias Bolsonaro.

A Nação brasileira, assiste os embates, no nosso Parlamento, sobre as alterações da Previdências Social. Se não mudar, o Brasil vai quebrar. As mudanças propostas terão que ser aprovadas primeiro. Trata-se do embrião das mudanças. O Brasil tem 70 obrigações fiscais e parafiscais, perto de 400 empresas estatais chefiadas por muitos e muitos anos por quadrilhas de ladrões. Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, BNDES, Eletrobras, sei lá o que mais, precisam ter um fim, como cânceres como Justiça do Trabalho, Justiça Eleitoral, cartórios os mais infames, terão que acabar.

A fórmula com que agem congressistas os mais diversos, contra as medidas adotadas pelo governo Bolsonaro, se persistirem, quebrarão o Brasil e podem gerar um desagradável endurecimento dessa porcaria que se apelida de democracia brasileira. Tomem nota.

 

 

 


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