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Beco sem saída II

04/04/2019

 

Outro dia a imprensa anunciou que o IBOP tinha apurado que as “simpatias” populares com relação ao governo Jair Bolsonaro estavam na casa dos 37%. Sinceramente, jamais acreditei nesses levantamentos encomendados de apuração de satisfação da opinião pública, que sempre girou em torno de interesses escusos da política.

O governo Bolsonaro, está completando 100 dias no poder, sendo que, em torno de 30 dias ou mais, ele, unicamente, se preocupou com seu estado de saúde, vítima de uma facada que levou no dia 6 de setembro em Juiz de Fora, de um frio assassino, que querem transformá-lo em “enviado de Deus” ou um imbecil, movido por paixões pessoais, o que pode “pegar”, num país povoado de indecentes tipos de se fazer justiça...

IBOP? Que é IBOP? E outras arapucas de fazer, levantamentos de opinião pública no Brasil? Tais institutos, na campanha movida contra Bolsonaro, as variações de “levantamentos” que o davam como perdedor até no embate com o Meirelles, Marina Silva e outros pobres diabos era um negócio tão vergonhoso que um sujeito em convalescença, numa cama de hospital, com toda imprensa contra ele, montanhas de dinheiro fruto da mais indecente corrupção existente no mundo, sendo submetido a várias intervenções cirúrgicas e cuidados médicos, ganhou a eleição, e como ganhou, num país pautado pela corrupção endêmica.

TODOS mecanismos de medir satisfação popular, em termos políticos nacionais, estão falidos. Irremediavelmente falidos. Não vai ter espaço para essa gente sem escrúpulos voltar ao poder. Me surpreende a cara de pau do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, ao afirmar, com relação às prisões de ex-presidente Temer e ao seu parente ex-ministro Moreira Franco: “Bolsonaro está brincando de presidir o Brasil e está na hora da gente parar de brincadeira”. Em resposta ao defensor de presos por corrupção, o presidente Bolsonaro replicou: “É uma irresponsabilidade. Não existe brincadeira da minha parte, muito pelo contrário”.

Os negócios das necessidades nacionais são tratados da forma mais imprudente, mais imoral, mais cínica que se possa imaginar. Na verdade, está toda a classe política que só trata de sua gordura, do seu umbigo, como o sr. Rodrigo Maia e outros manipansos (indivíduos obesos, nutridos com dinheiros públicos), preocupados com seu bem estar, de suas famílias e apaniguados.

 

O Brasil mudou, gente! Não tem retorno o que vivíamos até 2018. Lula, Dilma, Temer, com seus séquitos de ratazanas, foram enterrados, acabou. Temos hoje, é bem verdade, raros magistrados decentes, um excelente corpo de procuradores públicos, jovens audazes e, queiram ou não, uma Polícia Federal de excelente qualidade.

Nem a morte de Bolsonaro, mudaria o Brasil.

 

 

 


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