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Vem de muito tempo

08/04/2019

 

Estou plenamente convencido de que, com a deterioração moral das classes dominantes brasileira, força alguma colocará este formidável gigante na linha estabelecida pela Bandeira Nacional: Ordem e Progresso.

No curso da nossa colonização, na transição para República, o vício do paternalismo, as oligarquias encasteladas não foram demolidos, como era desejado.

Vieram os solavancos das guerras de 1914 e, posteriormente, a de 1930, culminada está última com a derrota do regime nazista e seus companheiros que formavam o Eixo, Itália e Japão.

De 1945 até a esta parte, o mundo se modernizou, com a Alemanha e o Japão, com o apoio dos americanos, através do Plano Marchal, tornaram-se grandes potências mundiais. A Europa foi totalmente revitalizada com a implantação do Mercado Comum Europeu e, como uma espécie de filho rebelde, Portugal, entendeu que deveria buscar a modernidade ou se tornaria uma nação falida, perante o concerto de nações desenvolvidas, dentro do seu bloco de influência.

Sacudindo a poeira do seu mais imoral período ditatorial, por 15 anos consecutivos, sob as Ordens do caudilho Getúlio Vargas, o Brasil saiu do estágio de marcha à ré, com o advento do Movimento Militar de 1964, quando os militares permaneceram no poder até 1985, promovendo um salto de 200 anos no processo de desenvolvimento econômico nacional.

Infelizmente, o sistema militar de governo não pode se consolidar, como era esperado, porque se deixou engambelar pela conversa mole dos políticos nacionais, capazes de tudo, ludibriar a própria mãe, se necessário.

Veio a ampliação do mais imoral sistema burocrático do mundo, dentro de um processo de vitaliciedade e irremovibilidade que começou a ser tocado pelos militares no poder, mas foram freados pela idiotice da anistia praticada por Ernesto Geisel e terminada por João Batista Figueiredo.

Se não ocorrer um trauma violento, sério, o Brasil, sua política de compadrio, de corrupção endêmica, será sempre esta grande merda que aí está, para nossa vergonha.

Não existem soluções à vista. Jair Messias Bolsonaro está cercado de boas intenções (os caminhos do inferno, também, como disse Danti Alighieri, na sua “Divisa Comédia”). Sem querer desanimar, mas desanimando, o Brasil é o que aí está, irremediavelmente perdido com sua classe de dirigentes corrupta, sem qualificação para dirigir nada.

 

 

 


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