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Reconstrução difícil

13/04/2019

 

Com apenas 100 dias mal completados (pelo menos um mês passou entre a vida e a morte, vítima de um brutal atentado), para a oposição dá a impressão que o presidente Jair Messias Bolsonaro está há 10 anos no poder, sem avaliar, tamanha “revolução” que já provocou, com as medidas de caráter econômico, cortando milhares de empregos fantasmas, corte monstruoso no processo publicitário governamental de sustentação de uma imprensa parasita e, agora, com a possibilidade de implantação de um novo modelo de previdência social, antes que o Brasil sucumba ao podre sistema sob o comando do INSS.

Para a imprensa que vive de resultados, o presidente da República é um “mostro” autoritário, com 30% de apoio popular, uma titica, mas recebe nas ruas, por onde passa, apoio de multidões, como as recentes manifestações nas grandes cidades brasileiras. Pesquisa é coisa séria no Brasil. Bolsonaro foi eleito?

Ninguém tem a unanimidade de apoio, nem Cristo, de existência duvidosa para muitos, teve.

O Brasil viveu, nos últimos 13 anos um período de graves trampolinagens políticas, praticada por bandos de delinquentes que assumiram o poder sob a tutela de voto de milhões de pessoas desqualificadas para votar no melhor. Esse pessoal que aplaude Lula preso, como “Lula Livre”, dá a impressão que não tem memória, sentimentos, não tem pátria, um mínimo de sentimento sobre a tragédia nacional, 13 ou mais milhões de desempregados, fruto de uma política econômica gerida por bandos de ladrões que, impunes, saquearam os cofres públicos, destruíram a reputação nacional, aniquilaram empresas como a Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica, destruíram uma das instituições de maior reputação no mundo, os Correios, com assaltos indecentes a seus cofres, reduzindo-o ao que é hoje.

Mesmo diante da luta desesperada do presidente Jair Messias Bolsonaro para acertar a vida nacional, com um dos melhores ministérios que surgiram desde 1985 até esta parte, o que assistimos é uma oposição ensandecida pelo ódio de destruição da imagem do presidente. Simples decisões governamentais para permitir a quem comprovadamente precise adquirir uma arma de fogo para sua proteção patrimonial, ou o fim de indecentes radares de redução de velocidade, um vergonhoso atraso nas nossas rodovias, com objetivos só de multar, porque não educa, estão em locais errados, localizados por espertos, com apoio de certos tipos de autoridades, tudo é motivo de críticas ao presidente, até um processo vergonhoso no campo da educação, transformando nossas escolas em antros de desvirtuação moral da juventude, fazendo das nossas universidades públicas um rebotalho na formação de profissionais superiores de amanhã.

As recentes manifestações populares a favor do governo e contra o sistema judiciário, a começar pelo Supremo Tribunal de Justiça dá a exata dimensão do que precisa ser acertado pelo presidente que quase mataram em praça pública no dia 6 de setembro de 2018.

 

 

 


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