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Comemorando 1964.

14/04/2019

 

A burrice é um negócio muito sério. Quem chegou a esta parte da existência, com mais de 72 anos, pode avaliar, em 1964, quando era iminente a comunização do Brasil, graças a uns malucos que tomaram conta do poder, como Jango, seu concunhado Brizola, Almino Afonso e outros “inocentes inúteis”, perfeitamente que, com o apoio da Igreja Católica, as famílias foram para as ruas, das cidades de todo país, convocar as Forças Armadas para que pusessem para correr, aqueles que queriam transformar o Brasil numa sucursal de Cuba, na melhor das hipóteses...

 

Os militares, convocados, marcharam rumo a Brasília sem detonar um tiro, de revolver, aos menos, assumindo passivamente os poderes da República. Todos brasileiros aderiram, vibraram.

 

Quem possuía 25 anos em 1964 sabe que o Brasil tinha saído, fazia pouco, de uma ditadura, cujo ditador, um facínora, passou 15 anos, pintando e bordando e, numa dessas coisas que só no Brasil acontece, depois de cinco anos fora do poder, conseguiu se eleger presidente, praticando todas imoralidades do seu passado de ditador e, a podridão que existia no seu governo era tão grande que acabou suicidando-se, com um tiro no peito, o que fez muito bem.

 

Hoje, decorridos 55 anos do Movimento Militar de 64, que levou ao poder cinco generais do Exército, todos eleitos pelo Congresso Nacional, que salvou o Brasil, merecem ser agradecido. Os que querem comemorar a data de 31 de março de 1964 como uma nova independência Nacional, são afrontados até por decisão de uma juíza que, se arvorando a dona da vontade própria dos cidadãos livres, proibiu as manifestações, derrubada por um ministro do Superior Tribunal de Justiça.

 

Ou compomos uma sociedade de inteiramente alienados, desmemoriados, ou esse pessoal que se manifesta contra o Movimento Militar de 64, como se fosse realmente um “golpe militar”, quer realmente fazer toda sociedade de besta. Mentem desavergonhadamente sobre o número de mortos, sobre tudo.

 

De 1964 a 1985, quando os militares, de modo próprio, saírem de cena, entregando o poder a José Sarney, politicamente falando um pulha, o Brasil teve um avanço tão surpreendente que passou a ser uma das oito nações mais importantes do mundo, quando se situava, na ocasião do movimento, lá pelo 60º lugar da economia mundial.

 

De 125 mortos durante o Movimento Militar, devidamente registrados no livro patrocinado pela Igreja Católica, melhor, com prefácio de D. Paulo Evaristo Arns, "Brasil Nunca Mais”, registra 125 mortos, com nome e data de seus desaparecimentos. Não enumera o número de aproveitadores, mais de quatro mil, que recebem pensão, gorda pensão, indenizações as mais diversas.

 

O Movimento Militar de 64 cometeu muito desatinos e, o maior, foi permitir que essa gente sem escrúpulos assumissem o poder e desgraçassem com o Brasil. Vamos ver se Bolsonaro dá Jeito nessa gente ordinária.

 

 


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