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A imprensa está perdida

15/04/2019

 

 

 

Com o pretexto de combater o Governo de Jair Messias Bolsonaro, a Folha de São Paulo publicou, no dia do primeiro aniversário de prisão de Lula, um artigo que escreveram e colocaram seu nome como autor, que é um atestado eloquente da paranóia que tomou conta da chamada Grande Imprensa Nacional, para alimentar os sonhos de liberdade de um dos mais refinados criminosos da política brasileira.

 

Parem com tanta asneira. Lula está morto e estão esquecendo de enterrá-lo. Quando mais falar nesse manipanso, mais o provoca a dizer asneiras sobre quem o condenou, nesse caso do hoje Ministro da Justiça, Sergio Moro.

 

De provocação em provocação, ressaltando o nome de um delinquente da nossa política, vai acabar acirrando ânimos de quem está quieto, querendo recuperar o país das imoralidades que cometeram.

 

Hoje, a chamada Grande Imprensa, escrita, não produz mais de um milhão de exemplares por dia, uma titica em se comparando com 206 milhões de brasileiros existentes hoje. Todos os periódicos não alcançam 1,5% da população nacional. O povo está encasquetado com as chamadas redes sociais, o que vale dizer que não sabemos onde a nação irá parar...

 

No último dia 7 de abril ocorreram manifestações em várias cidades do território nacional, até a favor da liberdade de Lula(!)

 

Acho que a imprensa nacional, que é um negócio importante em qualquer nação do mundo, está cavando a sepultura para se enterrar. Acho que a imprensa deve se ater aos fatos, inventar, formar opinião negativa do governo que começou tem 100 dias, ridicularizando seus ministros, quando se sabe que uma penca de altas autoridades petistas, a começar por Lula, estão trancafiados, outros escondidos, como ladrões os mais devassos, parece-nos um negócio ridículo. A nossa imprensa dá a impressão que está num estado de desespero!

 

Não tenho nada contra ao sr. Lula, pessoalmente, mas acho que ele jamais terá condições de ser nada no país. Se mantiver sua coerência, equilíbrio, respeito ao direito, ao cidadão, o Governo de Jair Bolsonaro vai realizar uma importante façanha: eliminar o político safado.

 

Prestem atenção: o homem para suceder Bolsonaro chama-se Sergio Moro, o nome que tem maior credibilidade no Brasil atual, depois das Forças Armadas. Bolsonaro tem dito que não é candidato à reeleição, mas vai ter um sucessor à altura e o grande povo nacional está exatamente esperando que tal fato aconteça.

 

A esperança é a última que morre. É cedo para pensar em Sérgio Moro, mas não tem jeito, ele será o próximo homem nacional.

 

 

 

 


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