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O determinado Bolsonaro.

02/10/2019

 

Tenho pensado seriamente, comigo mesmo e com amigos: O Brasil tem jeito? Depois de ouvir o longo discurso do presidente Jair Messias Bolsonaro na ONU – Organização das Nações Unidas, peitando tanta gente hostil, de esquerda, querendo ser dona do mundo, imaginei cá, com meus botões: afinal, encontramos um presidente macho, um semelhante ao marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, general Garrastazu Médici, sem igual, até ontem; agora, contamos com a coragem e a determinação do presidente Bolsonaro, um capitão.

 

Naturalmente, os chefes de Estado e seus representantes na reunião da Assembléia Geral da ONU, no último dia 24.09, imaginaram ouvir a palavra de um presidente brasileiro acuado com a fala de importantes autoridades mundiais que pregaram até a internacionalização da Amazônia, como se tal estultice fosse capaz de vingar,

 

Com dados irrefutáveis, numa determinação sem precedentes, Bolsonaro, a despeito das informações que seria hostilizado por delegações cubana, venezuelana, boliviana e outras, trepou na tribuna e entupiu todo mundo com sua determinação, seu linguajar destemido, dando a entender, diretamente, que o Brasil não se intimidará diante das ameaças, levando farta documentação, para provar que assacavam mentiras contra o Brasil, por ignorar conhecidos direitos internacionais, nos julgando uma republiqueta vagabunda.

 

Se acontecesse a absurda ideia de ter sido no último dia 24 o encerramento do mandato do presidente Jair Messias Bolsonaro, sinceramente, eu diria que o Brasil se orgulhava em ter um presidente MACHO.

 

A TV Globo, no seu noticiário costumeiro contra o presidente, disse que fora grosseiro e indelicado, devido a sua determinação em apontar culpados pela campanha contra o Brasil, alardeando um desmatamento que não estava ocorrendo como se propalava, mas a intenção era denegrir sua imagem e a do Brasil, o que ele não aceitaria, foi de uma contundência terrível, até para a imprensa intimidatória.

 

Bolsonaro foi escorreito, limpo, claro, nas suas mensagens aos membros das Nações Unidas. Quem não gostou, certamente saiu do plenário, não para deixar de ouvi-lo, mas para não ouvir verdades. O Brasil deixou de ser governado por trouxas, analfabetos, pinguços...

 

Se o presidente Bolsonaro cismar e ficar de boca fechada até o último dia do seu mandato, acho que ele foi suficientemente corajoso, determinado para dizer o que essa turma internacional, meio fruta cor, precisava ouvir.

 

Um recado ao presidente Jair Messias Bolsonaro: Passo a ter certeza que o Brasil vai dar certo, com o senhor na presidência.

 

 

 

 


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