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O sistema financeiro

08/10/2019

 

Quando era jovem meu pai me aconselhou sobre o sistema bancário. “Presta atenção, banco serve, mais ou menos, para você guardar seu dinheiro, para não tê-lo em casa, debaixo do colchão. O sistema bancário se diz seu amigo, mas se você pedir dinheiro emprestado e passar um dia sem pagar, vai ver que vai acontecer. Vão te mandar um aviso de cobrança com juros de mora! Nunca mais vão te emprestar, estará inscrito na relação dos que não pagam com regularidade”.

Outro dia o ministro da Economia, Paulo Guedes, estava passando uma descompostura no sistema bancário nacional (o Brasil é pobre em bancos privados, temos apenas três), formada por uma casta de exploradores, onde o chamado cheque especial paga quase 400% de juros ao ano.

O Brasil tem em torno de 62 milhões de brasileiros com seus nomes dependurados no Serasa e SPC, como maus pagadores. Essa gente, “pendurada”, sem crédito, com perda de confiança, é que compra sem medir suas responsabilidades. Por outro lado, o Brasil tem 60 milhões de pessoas sem conta bancária; 40 milhões na informalidade, sem conta bancária, sem se organizar com um pequeno negócio porque ninguém suporta a carga tributária, 70 obrigações fiscais e parafiscais e milhares de legislações comandadas por um bando de burocratas que vivem para atormentar aqueles que produzem, num massacre sem fim, para que aquele louco que tem coragem de investir seu capital, não fique rico. O burocrata tem pavor que o empresário enrica, mas ele pode pilhar os cofres públicos e reclama quando vai preso, que está sendo “injustiçado”, que é mentira e, invariavelmente, vai responder seus crimes em prisão familiar...

Há um tremendo esforço, um negócio brutal, visível no Congresso Nacional e outros cantos, para torpedear o governo de Jair Messias Bolsonaro, para que ele não modernize a legislação fiscal e parafiscal; a batalha pela reforma da Previdência chega a ser um negócio imoral, pela luta travada pela minoria incapaz que, sabe que o governo vai realizar uma grande façanha, principalmente se for aprovada dentro dos padrões de moralidade.

Dentro da Reforma Econômica, tem que chegar com a reforma do Sistema Bancário. Abram o país ao sistema financeiro internacional, pulverize esse negócio absurdo, para o dinheiro ficar mais barato.

Se todos se unirem em torno das mudanças, das necessidades de mudar o Brasil, vamos ter em breve um país mais decente, mas todos terão que se unir em torno do presidente da República. Sozinho, ele não poderá fazer nada.

Vejam a máfia do atraso, como se move.

 

 

 


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